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Uma decisão da Justiça do Trabalho, por meio da 7ª Vara do Trabalho de Maceió, determinou, nesta terça-feira, 22, o bloqueio de contas e de receitas do CSA, incluindo eventuais valores relacionados a direitos de transmissão, premiações e contratos de patrocínio.
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O departamento jurídico azulino confirmou a decisão e se manifestou no começo da tarde por meio de nota assinada pelo advogado Bruno Alves. Veja o posicionamento abaixo:
"O clube, com o devido respeito à decisão judicial, entende que as medidas determinadas são juridicamente indevidas, especialmente porque o CSA se encontra em recuperação judicial e há discussão quanto à competência para a execução de créditos trabalhistas extraconcursais (aqueles gerados após o pedido de recuperação) e para a adoção de medidas que atinjam diretamente o patrimônio e as receitas da instituição.
Diante disso, o CSA já está adotando as providências necessárias para a impetração de Mandado de Segurança perante o Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT-19), buscando a suspensão dos bloqueios e o reconhecimento de que o crédito deve ser encaminhado ao Juízo da Recuperação Judicial, mediante a expedição da respectiva certidão.
O clube reitera seu respeito ao Poder Judiciário e seguirá utilizando os meios legais para defender seus direitos e preservar o regular funcionamento do CSA".
Em campo, o CSA encerrou a temporada 2026 no dia 03 de setembro, ao ser eliminado pelo Nacional-AM nos playoffs da Série D do Campeonato Brasileiro. O clube tem pela frente um período de restruturação, que terá novo processo de eleição, para definir a próxima gestão e planejar a temporada 2027.
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