Justiça mantém prisão de suspeito de matar capitão da PM em Maceió

Publicado em 20/04/2016, às 11h28

Redação

O suspeito de ter matado o capitão da Polícia Militar (PM), Rodrigo Rodrigues, em uma abordagem no bairro Santa Amélia, em Maceió, no dia 9 deste mês, Agnaldo Lopes de Vasconcelos deve ser mantido preso.

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A decisão do juiz Geraldo Cavalcante Amorim, da 9ª Vara Criminal, foi de manter a prisão preventiva, negando o pedido da defesa de liberdade provisória, relaxamento ou revogação da prisão.


"Não percebo a efetiva necessidade de substituir a prisão preventiva do suspeito em prisão domiciliar. O simples fato de o investigado ter filho menor de 12 anos, por si só, quando as condições pessoais do investigado não se coadunam com a revogação da custódia preventiva, não assegura o direito de reclusão domiciliar", argumenta o magistrado em decisão publicada nessa terça-feira (19).

No último dia 14, o promotor José Antônio Malta Marques havia confirmado ao TNH1 seu parecer pela manutenção da prisão preventiva de Agnaldo.

No pedido da defesa, foi apontado o argumento de que Agnaldo é réu primário, tem residência fixa, não possui antecedentes criminais, além de que tem um filho de 12 anos de idade.

O caso

O capitão da Polícia Militar, Rodrigo Moreira Rodrigues, 32 anos, foi morto no sábado (9), durante abordagem de uma equipe da Radiopatrulha a uma residência de um condomínio de luxo, no bairro de Santa Amélia.

O militar comandava a guarnição que rastreava o sinal de GPS de um celular que havia sido roubado no bairro do Poço.

Ao chegar à residência, o capitão teria anunciado a chegada da polícia. Como não obteve resposta, o militar teria subido no muro e gritado mais uma vez. Neste momento, ele foi atingido com dois tiros disparados de dentro da residência. O suspeito fugiu, mas foi preso horas depois.

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