Laudo aponta que substância foi colocada em doces para matar mãe e filho

Publicado em 27/12/2023, às 12h54
Advogada Amanda Partata (lado esquerdo), Leonardo Pereira Alves (meio) e Luzia Alves (lado direito), em Goiânia, Goiás | Reprodução/Redes Sociais -

Luana Takashi / Folhapress

Laudo da Polícia Científica de Goiás aponta que a substância usada pela advogada Amanda Partata para matar o ex-sogro e a mãe dele foi colocada em doces de pote.

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A substância foi encontrada em dois potes de doce. O alimento teria sido oferecido durante o café da manhã, e nem todos os potes colhidos no local estavam envenenados.

O nome do composto não foi divulgado por questões de segurança pública. A Polícia explicou que a substância tem alta toxicidade e letalidade e que uma pequena quantidade é capaz de causar danos irreversíveis.

O caso das duas vítimas foi de envenenamento agudo. No início, mãe e filho apresentaram diarréia, náuseas e vômitos intensos. O quadro se agravou e os dois tiveram confusão mental.

RELEMBRE O CASO - A advogada é apontada pela Polícia Civil como a responsável por envenenar o ex-sogro, Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e a mãe dele, Luzia Alves, de 86. Ela teria se sentido rejeitada após o filho de Leonardo terminar a relação, que teria durado cerca de dois meses.

Amanda Partata está presa e foi indiciada por duplo homicídio qualificado, por motivo torpe, com a qualificadora de envenenamento. A polícia ainda averigua se ela será denunciada por tentativa de homicídio no caso do avô do ex-namorado, que estava no local, mas não ingeriu os alimentos que a acusada levou.

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