Folhapress
Leo Stronda, 33, se pronunciou pela primeira vez sobre a morte do fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, 22, encontrado morto em casa na zona leste de São Paulo no último dia 23. Em vídeo publicado nas redes sociais neste domingo (31), o influenciador afirmou estar arrependido de atitudes que teve em relação ao jovem e pediu desculpas pelas "brincadeiras" feitas ao longo da convivência.
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Na gravação, Stronda disse que falhou "como cristão, como pessoa e como amigo" e afirmou que pretende rever sua postura pública. Segundo ele, Ganley utilizava insulina, substância que, em sua avaliação, pode ter tido relação com a morte súbita causada por cardiomiopatia hipertrófica, apontada inicialmente como causa do óbito.
O pronunciamento ocorre após reportagem exibida pelo Fantástico mostrar imagens de um programa online em que Stronda aplica uma injeção em Ganley diante das câmeras. A cena foi gravada pouco depois de o influenciador anunciar que havia deixado de ser atleta "natural" para aderir ao uso de hormônios. Na publicação, ele convida o jovem a ter uma "segunda primeira vez", aplica a substância e depois entrega a seringa autografada como símbolo de entrada no universo dos anabolizantes. Procurado pela reportagem da Globo, Stronda não comentou o episódio.
No vídeo, o influenciador revelou que aguardava Ganley para a gravação de um clipe musical no dia em que o jovem foi encontrado morto. "Estava esperando por ele. Fiquei devastado", afirmou. Segundo Stronda, havia diversos projetos profissionais planejados para o fisiculturista.
Ele anunciou ainda que irá interromper um projeto musical que previa o lançamento de uma canção por mês. De acordo com o influenciador, a decisão foi tomada para que possa refletir sobre a própria trajetória e suas atitudes.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a perícia foi realizada no imóvel onde Gabriel Ganley foi encontrado. O caso foi registrado inicialmente como morte suspeita no 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas, e posteriormente encaminhado ao 57º DP, no Parque da Mooca, responsável pela continuidade das investigações.
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