Redação
Em Maceió, o acolhimento institucional tem papel fundamental na proteção de pessoas que enfrentam situações de risco e vulnerabilidade social. Por meio de nove unidades, a Prefeitura oferece moradia, assistência e acompanhamento especializado a diferentes públicos, garantindo segurança, dignidade e acesso a direitos.
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Desse total, quatro unidades são destinadas ao acolhimento de crianças e adolescentes que foram afastados do convívio familiar por decisão judicial, não possuem família ou tiveram seus direitos violados. Os espaços oferecem ambientes amplos e seguros, com quartos equipados, banheiros, áreas de preparação de alimentos, refeitórios e espaços de lazer.
Acolhimento para pessoas em situação de rua
Para pessoas em situação de rua, a Prefeitura disponibiliza a Casa de Passagem Professor Manoel Coelho Neto, localizada no Poço, e a Casa de Passagem Familiar, no Jaraguá. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) também mantém convênio com a Casa de Ranquines, que realiza atendimento a esse público nas unidades do Centro e do Benedito Bentes.
Acolhimento para migrantes
Em 2024, a Prefeitura de Maceió inaugurou a Casa de Acolhimento para os imigrantes venezuelanos da etnia Warao, localizada no bairro Cidade Universitária.
Desde a chegada das famílias venezuelanas da etnia Warao, em meados de 2021, a Semdes tem trabalhado para garantir condições dignas de vida, acesso a direitos e respeito à diversidade cultural. A execução do serviço envolve a atuação integrada das políticas de assistência social, saúde, educação e direitos humanos, considerando as particularidades culturais e étnicas desse povo.
Acolhimento para idosos
A Cidade da Pessoa Idosa foi criada para acolher homens e mulheres a partir dos 60 anos que vivenciaram situações de abandono, negligência ou violência. No local, os residentes encontram moradia, cuidados com a saúde, lazer e, principalmente, a oportunidade de reconstruir vínculos e fortalecer o sentimento de pertencimento.
O equipamento da Semdes, localizado na Praça Ciro Acioly, no bairro da Ponta Grossa, oferece moradia digna, atendimento de saúde, atividades de lazer, convivência e acolhimento. O espaço funciona como residência permanente, com atendimento 24 horas.
Acolhimento para mulheres vítimas de violência
Com funcionamento sigiloso, a Casa Abrigo Viva Vida oferece proteção provisória a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar que não dispõem de outro local seguro para permanecer, além de seus filhos menores de 14 anos.
Ao chegar à unidade, a mulher recebe acompanhamento de uma equipe multiprofissional, formada por assistentes sociais, psicólogos, advogado e educadores sociais, que realiza os encaminhamentos necessários para cada situação.
Por meio do Plano Individual de Atendimento (PIA), a equipe auxilia na construção de caminhos para que essas mulheres possam reconstruir suas vidas, desde providências como a regularização de documentos até o acesso a benefícios, como o auxílio-moradia.
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