Mãe e filha mantidas em cárcere no PR são salvas após jogarem bilhete

Publicado em 15/07/2025, às 11h06
Bilhete com pedido de socorro - Foto: PMPR

Josué Seixas/Folhapress

Uma mãe e uma filha foram resgatadas de um cativeiro em um apartamento em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, no último sábado (12). O resgate, realizado pela Polícia Militar do Paraná, ocorreu após um vizinho encontrar bilhetes pedindo socorro, que foram jogados pela sacada do imóvel e encontrados na entrada do prédio.

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O suspeito foi preso em flagrante. Ele não teve o nome divulgado pela corporação.
Conforme a ocorrência, equipes da PM foram acionadas para atender à ocorrência no condomínio. Ao chegarem ao local, um morador informou ter encontrado as mensagens e guiou os policiais até o apartamento.

"Quero pedir socorro! Pois estou em cárcere privado, desde quinta-feira pela manhã. Eu e minha mãe! Se a polícia vier, sem alarde, por favor. É melhor entrarem pela sacada", diz uma das mensagens.

Ao entrar no imóvel, os agentes localizaram as vítimas amarradas dentro de um quarto.
De acordo com o relato das vítimas, elas estavam sendo mantidas em cárcere privado desde a última quinta-feira (10). As mulheres também contaram aos policiais que o suspeito havia pulado para o apartamento vizinho no momento da chegada dos agentes.

Com o apoio de outro morador do condomínio, que também é policial militar, as equipes conseguiram entrar no apartamento ao lado. Lá, o indivíduo foi localizado e detido em flagrante, sem oferecer resistência.

Durante a operação, uma mochila pertencente ao suspeito foi apreendida. No interior da mochila, foram encontrados itens como cintas plásticas, fitas adesivas, ferramentas, o aparelho celular de uma das vítimas e uma quantia de R$ 2.700 em espécie.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado para prestar os primeiros socorros à mãe e à filha. Após receberem atendimento médico inicial na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Pinhais, as vítimas foram encaminhadas à delegacia da Polícia Civil do Paraná, que investiga o caso.

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