Mais de 60% da população de Alagoas pertence às classes A, B e C, aponta estudo

Publicado em 21/01/2026, às 19h01
- Foto: Arquivo TNH1

Redação

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Alagoas registrou um crescimento de 11,91 pontos percentuais na participação das classes A, B e C entre 2022 e 2024. Nesse período, a parcela da população nessas faixas de renda — que englobam famílias com rendimentos acima de quatro salários mínimos — passou de 48,2% para 60,11% no estado, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.

“A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.

As classes de renda são definidas da seguinte forma:

INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Com informações da Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal*

 

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