Mais de 70 dias depois, caso da travesti esfaqueada em Cruz das Almas segue sem desfecho

Publicado em 21/05/2018, às 16h47

Redação

Mais de dois meses após o crime, a polícia ainda não concluiu o inquérito que investiga a tentativa de homicídio contra uma travesti, no bairro de Cruz das Almas, em Maceió.

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Nove dias depois do atentado, o delegado colheu o depoimento da vítima, identificada apenas como "Paulinha", que trabalhava como garota de programa. Ela relatou que não tem a menor ideia de quem seja o suspeito, pois foi um programa momentâneo.

O caso

No dia 11 de março, Paulinha levou o homem para o seu apartamento, em Cruz das Almas, e fez um acordo para o pagamento. Já que o cliente estava sem dinheiro, ficou certo que ele deixaria o aparelho celular como garantia. Mas, depois da relação sexual, ele quis pegar o celular de volta, o que deu início a discussão.

Após uma intensa luta corporal dentro da residência, o homem pegou uma faca peixeira na cozinha e a atingiu com vários golpes. Várias marcas de sangue se espalharam pelos cômodos da casa. Segundo a vítima, ele era alto e loiro e estava com um casaco preto.

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