Minha Casa, Minha Vida: novas condições do programa entram em vigor; saiba quais

Publicado em 22/04/2026, às 08h59
- Imagem de arquivo -Ricardo Stuckert/PR

Extra Online

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Entram em vigor, nesta quarta-feira (dia 22), as novas condições do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que ampliam o acesso ao financiamento habitacional, com atualização dos limites de renda familiar — abrangendo assim, de forma mais ampla, a classe média — e dos valores máximos dos imóveis financiáveis. A novas regras operadas pela Caixa foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS e regulamentadas pelo Ministério das Cidades.

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Com as mudanças, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil passam a ser atendidas pelo programa. Há também um aumento do teto dos imóveis financiáveis: agora, casas e apartamentos podem chegar a R$ 400 mil na Faixa 3 e a R$ 600 mil na Classe Média. Segue mantido o limite regional para as Faixas 1 e 2, definidos em até R$ 275 mil de acordo com o porte de cada município.

As famílias podem realizar simulações para o financiamento pelo programa através do site do banco ou pelo aplicativo Habitação Caixa e então dar continuidade à contratação.

Veja como as mudanças operam:

Ampliação da faixa de beneficiados

Segundo a Caixa, as mudanças possibilitam o reenquadramento de famílias em faixas com condições mais vantajosas. Como exemplo, as famílias com renda em torno de R$ 3.000 que agora podem acessar as condições da Faixa 1, o que concede redução da taxa mínima de juros em pelo menos 0,25 ponto percentual. Antes, essas famílias estavam enquadradas na Faixa 2.

Na ponta do lápis, isso pode significar um impacto direto na redução do custo total do financiamento ao longo do contrato.

— Com a atualização do programa, podemos expandir o conjunto de imóveis passíveis de financiamento. Isso significa mais alternativas para quem busca conquistar a casa própria. Ao mesmo tempo, o programa preserva seu caráter social, mantendo condições diferenciadas de financiamento, com taxas de juros e prazos favoráveis para as famílias de menor renda — afirmou o presidente da Caixa, Carlos Vieira.

 

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