Morador de kitnet que morreu em incêndio era fundador de torcida organizada do CSA

Publicado em 02/04/2026, às 11h15
- Reprodução/Arquivo Pessoal

Redação

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O homem que morreu depois de ser vítima de um incêndio em uma kitnet, modelo de apartamento compacto, situada na Avenida Moreira e Silva, no Farol, era um dos fundadores da torcida organizada Movimento Resistência Azul (MRA). Torcedor do CSA, Luiz Gustavo Nascimento Lins, de 29 anos, sofreu queimaduras em 80% do corpo. Ainda não se sabe se o fogo foi provocado propositadamente ou se de maneira acidental.

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A torcida Movimento Resistência Azul publicou no Instagram uma nota de pesar. No comunicado, a torcida organizada prestou solidariedade a familiares e amigos da vítima, também conhecida como "Mãozinha". Leia na íntegra:

Hoje nos despedimos de um dos fundadores da nossa torcida, além de um dos pilares do que é ser Resistência Azul, perdemos um grande amigo. Descanse em paz Gustavo, você agora está ao lado do seu pai, aí de cima acompanha nosso azulão, por aqui vamos honrar a memória de vocês, e vamos continuar por vocês. Para sempre seremos Resistência Azul! Desejamos forças a toda família nesse momento difícil".

A morte de Luiz Gustavo ainda é cercada por mistério e a polícia confirmou que deu início à investigação do caso na manhã desta quinta-feira (02), cerca de 24 horas depois do incêndio. 

Vizinhos relataram que ele e a companheira, a jovem de 28 anos que também ficou ferida, mantinham um relacionamento conturbado, com episódios de violência doméstica. Antes do incêndio, inclusive, uma briga teria sido presenciada por testemunhas. 

Conforme o que foi divulgado no programa Balanço Geral Alagoas, da TV Pajuçara, a suspeita foi de que as chamas foram provocadas intecionamelmente pela mulher após discussão do casal. O apartamento ficou destruído e deve passar por uma varredura técnica de peritos criminais.

Mulher internada

A mulher sofreu queimaduras de primeiro e segundo grau em 50% do corpo e segue em recuperação no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Geral do Estado (HGE). A reportagem ainda não teve acesso ao quadro de saúde dela.

Assim que apresentar melhora, ela deve ser ouvida pela Polícia Civil. Outras pessoas ligadas a Luiz Gustavo também podem prestar depoimento. O caso será investigado pelo delegado Daniel Scaramello.

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