Redação
Moradores do Residencial Pedro Teixeira 1, no bairro Santa Amélia, em Maceió, bloquearam as duas vias da Avenida Jorge Montenegro de Barros, uma das principais da parte alta da capital, na manhã desta quarta-feira (25). O protesto, iniciado nas primeiras horas da manhã, causou lentidão e impactos no trânsito da região.
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De acordo com as primeiras informações enviadas ao programa Balanço Geral Alagoas, da TV Pajuçara, a manifestação foi motivada pelo alto valor das contas de água cobrado dos moradores dos apartamentos e a baixa qualidade do serviço.
No local, equipes do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) atuaram para organizar o fluxo de veículos, enquanto a polícia acompanhou a situação e negociou a liberação da via.
Durante a manifestação, os moradores relataram dificuldades para arcar com os custos do serviço. “Onde é que eu, mãe solo, que moro só eu e meu filho, vou pagar R$ 369 só com o Bolsa Família?”, questionou uma das moradoras.
Além do valor considerado elevado, os manifestantes também criticaram a qualidade da água fornecida, que, segundo eles, apresenta aparência inadequada.
Veja a nota da BRK, em conjunta com a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal):
A Companhia de Saneamento de Alagoas (CASAL) informa que recebeu uma solicitação referente à qualidade da água nos condomínios localizados na Avenida Jorge Montenegro de Barros, no bairro Santa Amélia, em Maceió.
A Companhia esclarece que a situação está sendo acompanhada de forma contínua e criteriosa pela equipe operacional. Como medida complementar, uma equipe técnica será enviada ao local nesta quarta-feira (25) para realizar novas coletas e análises da água.
A Casal reforça que segue rigorosamente os padrões de potabilidade estabelecidos pelos órgãos de saúde e controle. Em caso de dúvidas, a Companhia permanece à disposição da população por meio de seus canais de atendimento.
Quanto às cobranças, a BRK – responsável pela distribuição – esclarece que vai avaliar caso a caso as ocorrências recebidas via canal de atendimento. A empresa destaca que a cobrança pelos serviços está amparada pelo contrato de concessão e pela regulamentação vigente, sendo realizada com base no volume de água medido e nos serviços disponibilizados.
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