Eberth Lins
Conforme o delegado Carlos Reis, responsável pela unidade, entre as medidas adotadas durante o inquérito estiveram a solicitação de perícia no veículo envolvido no atropelamento, a obtenção de relatórios dos órgãos que participaram do atendimento da ocorrência e o levantamento de informações relacionadas ao monitoramento do trânsito na região onde ocorreu o acidente.
Com a conclusão da investigação, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que deverá analisar o caso e adotar as medidas previstas em lei.
PAI ESTRANHOU CONDUÇÃO POLICIAL
No dia 28 de agosto, o atleta de MMA Pedro Wilson, que era pai do adoscente, conversou com a TV Pajuçara e disse ter estranhado a forma que o caso foi conduzida pela Polícia Militar no dia do atropelamento.
O lutador contou ter recebido informações de que, após a colisão, pessoas teriam chegado ao local em um carro descaracterizado e conversado com o motorista. “Segundo informações, ele [o motorista que atropelou] ligou para alguém que veio, conversou [com policiais], ele retornou para o carro”, disse o pai sobre uma suposta intervenção na cena do acidente.
Meu filho era um menino muito tranquilo, doce. Um rapaz de 15 anos muito inteligente, que buscava valores humanos. Aprendi muito com ele através de mangás, podcasts. Cada conversa que tinha com ele era um vocabulário diferente”, contou o pai de Ruan.
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