Mulher é presa por criar perfil falso no WhatsApp para ameaçar e extorquir a própria tia

Publicado em 04/05/2023, às 09h26
Caso serve de alerta para pessoas que forem extorquidas por rede social | Foto: Reprodução / Polícia Civil -

TNH1 com Ascom PC-AL

A jovem de 28 anos suspeita de criar um perfil falso no aplicativo de mensagens WhatsApp para ameaçar e extorquir a própria tia foi presa pela Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil, no município de São José da Laje, na Zona da Mata do Estado, nessa quarta-feira, 03. O companheiro dela, um rapaz de 21 anos, também foi detido após ter sido encontrado com o aparelho celular usado no crime.

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De acordo com a polícia, a vítima das ameaças esteve na sede da Deic, no bairro de Santa Amélia, em busca de ajuda, já que, segundo ela, os pais estavam com risco de morte. A mulher de 37 anos explicou que os criminosos entraram em contato com ela pelo aplicativo e que transferiu R$ 2 mil para eles, pois ficou com medo, já que as ameaças traziam detalhes sobre a rotina das supostas vítimas.

Trecho de extorsão divulgado pela Polícia Civil (Foto: Cortesia / Polícia Civil )
Trecho de extorsão divulgado pela Polícia Civil (Foto: Cortesia / Polícia Civil )
Trecho de extorsão divulgado pela Polícia Civil (Foto: Cortesia / Polícia Civil )
Trecho de extorsão divulgado pela Polícia Civil (Foto: Cortesia / Polícia Civil )

O companheiro da jovem seria o responsável por digitar as mensagens e o celular usado estava em posse dele. "O casal foi autuado em flagrante por crime de extorsão, confessou o crime e alegou que já havia gasto o dinheiro recebido da vítima", disse o delegado Sidney Tenório, da Deic.

Ainda segundo o delegado, o caso serve de alerta para pessoas que forem extorquidas por rede social, antes de fazer qualquer transferência, deve procurar a polícia e fazer um Boletim de Ocorrência. "Existem uma série de golpes praticados por quadrilhas que fazem ameaças para extorquir vítimas. O que chama a atenção nesse caso era que a autora do crime era parente da vítima e sabia detalhes sobre endereços e rotinas. Mas graças a um trabalho de inteligência, em algumas horas, os autores estavam presos", concluiu Tenório.

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