Na carona de ‘La Casa de Papel’, ‘Elite’ é apanhadão de séries de sucesso

Publicado em 05/10/2018, às 22h54
Elite | Divulgação -

VEJA.com

Elite, a segunda série original espanhola da Netflix, lançada nesta sexta-feira, é feita sob medida para o espectador jovem. Para atingir o público alvo, ela reúne em um único produto elementos variados de seriados do gênero, tornando quase impossível desacreditar a ideia de que o serviço de streaming colhe informações sobre os hábitos de seus assinantes e depois usa esses dados como ponto de partida para a produção de novas séries.

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Só as imagens de divulgação de Elite já devem ter causado faniquito na horda de pessoas que maratonaram La Casa de Papel entre o final de 2017 e o começo de 2018. A produção de Álex Pina, que virou queridinha de muitos brasileiros e até foi renovada para uma terceira temporada por causa do sucesso, empresta ao novo seriado espanhol três atores: Miguel Herrán (Rio), Jaime Lorente (Denver) e María Pedraza (Alison).

Herrán interpreta um dos três novos alunos que ganham bolsas de estudo para frequentar Las Encinas, um dos colégios mais caros da Espanha. De lá, dizem os professores, saem aqueles que serão os futuros líderes do país. A chegada dos bolsistas pode até agradar a alguns estudantes, como Marina, a personagem de María Pedraza, mas de modo geral irrita os adolescentes endinheirados, que veem seu microcosmo de colégio de elite se alterar. A semelhança com a novela mexicana Rebelde, que também começa com a matrícula de bolsistas, não acaba aí: sim, adolescentes vão para a escola com uniformes compostos por terninhos, gravatas e saias de prega.

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