Não houve tortura psicológica de delegados contra mãe e padrasto de Danilo, diz MPE

Publicado em 13/12/2019, às 19h01
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Redação TNH1

O Ministério Público Estadual (MPE) arquivou a investigação de tortura contra os delegados Fábio Costa e Bruno Emílio. A mãe e o padrasto do menino Danilo, encontrado morto no último mês de outubro haviam acionado a Defensoria Pública contra os delegados, que são responsáveis pela investigação do caso, mas em depoimento ao MPE teriam negado tudo. A informação foi conseguida com exclusividade pela TV Pajuçara.

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"Nós ouvimos a mãe, a dona Darcineia, e ela negou peremptoriamente qualquer tipo de tortura. Também ouvimos o senhor Roberto e ele também negou", disse o promotor Magno Alexandre, da Promotoria de Controle Externo. "Tanto o delegado Fábio Costa quanto o delegado Bruno Emílio foram vítimas de uma denúncia que não se comprovou", continuou o promotor, ao afirmar que, diante dos fatos, não havia motivação para a instauração de qualquer procedimento contra os delegados.

Ainda de acordo com o promotor, Darcineia teria dito no depoimento que estava sob efeito de remédios quabdo fez a acusação. 

Após serem ouvidos pela polícia, no último mês de outubro, Darcinéia Almeida, mãe do garoto. e José Roberto, padrasto, procuraram a Defensoria Pública do Estado e acusaram a equipe da Polícia Civil de tortura psicológica. Um vídeo, à época, com o depoimento à Defensoria vazou. Nele, Darcineia acusava os delegados Bruno Emílio e Fábio Costa de tortura psicológica. A Defensoria Pública chegou a pedir o afastamento da equipe policial encarregada pela investigação da morte do pequeno Danilo, mas o pedido não foi adiante.

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