O dinheiro da campanha eleitoral não acabou. Está guardado...

Publicado em 25/07/2026, às 11h00

Flávio Gomes de Barros

A campanha eleitoral propriamente dita só começa com o registro ds candidatos nas cinvenções partidárias, que em 2026 é entre 20 de julho e 5 de agosto.

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Só que este ano a chamada pré-campanha em Alagoas começou de fato em 4 de abril, quando os principais concorrentes ao governo do Estado se desincompatibilizaram dos seus respectivos cargos para poderem legalmente disputar o pleito.

João Henrique Caldas trocou o PL pelo PSDB e renunciou à Prefeitura de Maceió, enquanto  Renan Calheiros Filho (MDB) pediu exoneração do Ministério dos Transportes e reassumiu o mandato de senador.

A partir de então Alagoas passou a viver uma situação de campanha antecipada, com os candidatos fazendo tudo o que normalmente fariam após a aprovação dos nomes na convenção.

Inclusive a liberação de dinheiro para fechar acordos com os apoiadores ou até, em determinados casos, comprar o apoio de quem já estava fechado com o concorrente.

Essa briga pelo voto diminuiu consideravelmente de uns dias para cá, pois o dinheiro praticamente sumiu do mercado eleitoral - não porque esteja faltando, mas por estar guardado para ser despejado em momento mais oportuno.

"Dinheiro existe, e muito, dos dois lados. Mas o derrame está reservado para a reta final da campanha, às vésperas da eleição", garante um experiente político que já esteve na linha de frente de diversass campanhas eleitorais no Estado.

 

 

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