Operação contra o CV em Alagoas cumpre prisões e indica que líderes estão no Rio de Janeiro

Publicado em 07/05/2026, às 07h57
- Divulgação/Polícia Civil

TNH1 com Ascom PC

Ler resumo da notícia

Integrantes de uma organização criminosa ligada à facção Comando Vermelho são alvo da operação “Pé na Areia”, deflagrada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) nesta quinta-feira (7). Até o momento, nove pessoas foram presas.

LEIA TAMBÉM

A ação ocorre em Maceió e no município de Jequiá da Praia, no Litoral Sul de Alagoas, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e o porte ilegal de armas de fogo.

Ao todo, estão sendo cumpridos 21 mandados judiciais expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital, sendo nove mandados de prisão e 12 de busca e apreensão.

Segundo a SSP, as lideranças da organização criminosa estão presas ou foragidas no estado do Rio de Janeiro, considerado o berço da facção.

As investigações apontam que o grupo atuava no abastecimento do tráfico de drogas em bairros de Maceió, principalmente Mangabeiras e Vergel do Lago. Em Jequiá da Praia, a atuação se concentrava nas localidades de Capadócia, Chã da Mangueira e Centro.

Confira o cumprimento dos mandados: 

 

A operação

As investigações foram conduzidas pela 6ª Delegacia Regional de Polícia (6ª DRP), com apoio da Chefia de Inteligência Integrada da SSP.

A ação mobilizou cerca de 60 policiais. Pela Polícia Militar, participaram equipes da 9ª CPM/I, do Comando de Missões Especiais (CME) e do Comando de Policiamento da Região Metropolitana (CPRM). A Polícia Civil atuou por meio da 6ª DRP e da DRACCO. A ação também contou com o apoio do Departamento Estadual de Aviação (DEA).

A população pode colaborar com informações de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

VÍDEO: Operação aérea resulta na apreensão de caminhonete roubada em Rio Largo Homem é executado a tiros dentro de casa na frente da esposa em Maragogi Mulher chama policial de “fuleira” e “fraca” e termina presa em Arapiraca Entenda a crise no STF: o que dizem Moraes, Mendonça, Fachin e Gonet