Paciente que morreu na Santa Casa não tinha H1N1, diz hospital

Publicado em 07/04/2016, às 09h53

Redação

Atualizada às 10h38

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A Santa Casa de Misericórdia de Maceió confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que o paciente Osman Catarina, de 60 anos de idade, que morreu no hospital na tarde de ontem (6), não tinha a gripe H1N1.

O paciente, que era médico anestesista e ex-prefeito da cidade de Maravilha, passou por sorologia que não identificou sinal do vírus. A causa da morte foi uma pneumonia grave, ainda de acordo com a Santa Casa.

Osman Catarina estava internado desde o dia 26 de março. Segundo o médico intensivista Alexandre Lopes, plantonista da UTI Neurológica da Santa Casa de Maceió, o quadro evoluiu para uma infecção pulmonar bacteriana grave (pneumonia), tratada com administração de diversos antibióticos, mas não houve resposta satisfatória,

Casos suspeitos

Outra morte, dessa vez, de paciente com suspeita de H1N1, foi confirmada na terça-feira (5) pelo Hospital Arthur Ramos. Ele faleceu no sábado (2) e, segundo o hospital, fazia parte do grupo de risco para a doença que inclui portadores de doenças crônicas. Ele sofria de fibrose cística, uma doença que faz o corpo produzir um muco mais espesso que o usual, provocando acúmulo de bactérias e germes nas vias respiratórias.

A Secretaria de Saúde investiga três mortes de pacientes com suspeita da gripe.

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