Redação
A família de Júlio Henrique Bernardo Pereira, o jovem de 19 anos que morreu ao ser baleado em Rio Largo, nessa quarta-feira (14), negou o envolvimento dele com facções criminosas ou qualquer tipo de crime. O homicídio foi registrado pela Polícia Militar na última tarde, em via pública, no Conjunto Antônio Lins.
LEIA TAMBÉM
Em contato com a reportagem do TNH1, na manhã desta quinta (15), o pai de Júlio Henrique, identificado como seu Jalon, informou que o filho era trabalhador e atuava na área de segurança. Além disso, segundo o pai, o jovem foi atingido à bala quando voltava do barbeiro, onde passou para cortar o cabelo.
"É uma mentira dizer que meu filho era criminoso. Ele nunca teve envolvimento com facção criminosa, nem usava drogas. Nós da família estamos revoltados com quem fez uma coisa dessa com a imagem dele", disse em entrevista por telefone.
Júlio Henrique estava em bicicleta quando foi alvo dos disparos. Testemunhas disseram à polícia que ele era conhecido na região pela ligação com facções, o que foi rechaçado pelo pai. "Ele estava na hora errada e no dia errado. Meu filho não era criminoso. Ele foi cortar o cabelo e quando voltou, de bicicleta, foi baleado", declarou o pai.
A autoria e a motivação do crime serão investigadas pela Polícia Civil. Quem tiver informações sobre o atentado pode ligar para o número 181, do Disque Denúncia. A ligação não gera custos financeiros ao denunciante, que também tem o anonimato garantido.
LEIA MAIS