Flávio Gomes de Barros
A propósito da nota "Para que partido político?", postada neste blog na quarta-feira, 11, recebemos do deputado estadual Ronaldo Medeiros, presidente do PT em Alagoas, a mensagem abaixo transcrita:
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"Flávio, te enviando essa informação e creio que é de seu conhecimento, vou citar apenas esse exemplo, mas posso citar dezenas, em OURO BRANCO o prefeito é do PT e lá o deputado Paulão possui parceria política com o Deputado Remi. Veja...
Posso.citar vários locais que o.deputado Paulao possui parcerias com outros deputados Estaduais..
Sei do seu senso de justiça.
A vereadora Teca Nelma vai apoiar quem para deputado federal, não a estou questionando, mas somente dando exemplo, Paulão ou sua mãe?
Eu não posso chegar numa cidade que possuo apoiados e impor um candidato a federal, como também o deputado Paulão ou outro impor um deputado estadual.
Em Olho D'Água do Casado, Paulão teve 3326 votos e Remi 1918... os dois foram os primeiros colocados
Em Palmeira dos Índios, a atual vice prefeita do PT Sheila, apoiou Paulao e a esposa do ex Prefeito Júlio César que não era do PT.... e aí... o Deputado Paulão deveria recusar os votos? Contestar? Impor um estadual do PT?
E o Deputado Federal Paulão era até o dia 8 de janeiro candidato a senador e ele mesmo, liberou a mim e a todos do partido do voto a ele de Federal, pois confirmava o voto para Senador."
A nota questionada por Ronaldo Medeiros se refere ao texto aqui publicado, criticando o dirigente petista por fazer divulgação de parceria com o deputado federal Rafael Brito, do MDB, quando o partido trata de fechar uma chapa competitiva de candidatos a deputado federal e ele, pelo cargo de liderança na legenda, deveria endossar seus companheiros petistas.
Em nenhum momento, no texto publicado, foi citado o deputado federal Paulão (PT), com quem não temos nenhuma ligação profissional ou política, e até porque a opinião foi aqui expressada de forma genérica.
Na sua contestação, o presidente do PT cita alguns exemplos de alianças políticas entre candidatos de partidos opostos, porém nenhum investido na condição de dirigente maior de alguma legenda.
Daí por que reafirmamos os termos contidos na postagem intitulada "Para que partido político?"
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