Pedreira clandestina em terra da tribo Wassu-Cocal é alvo de operação da PF

Publicado em 28/05/2024, às 10h33
Homens desviavam minérios de terra indígena fingindo extrair paralelepípedo | Arquivo/Polícia Federal -

Eberth Lins

O trabalho da Polícia Federal (PF) para identificar os reais destinatários de minerais extraídos ilegalmente de uma pedreira clandestina na terra indígena Wassu-Cocal, em Joaquim Gomes, no interior de Alagoas, entrou na segunda fase, nesta terça-feira (28).

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Desta vez, policiais federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal de União dos Palmares, nesta segunda fase da operação “Paralelogramo”. Os responsáveis pela extração ilegal também foram intimados e estão proibidos de acessar a pedreira, segundo informou a PF. A primeira fase foi deflagrada em outubro do ano passado. 

Material apreendido nesta segunda fase da operação. Foto: Divulgação / Polícia Federal

"Uma pessoa foi presa em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão por posse ilegal de arma de fogo, delito previsto na Lei n° 10.826/2003. De acordo com as investigações, uma empresa teria instalado uma pedreira clandestina dentro da terra indígena Wassu-Cocal, de onde estariam retirando ilegalmente pedras e comercializando o material em forma de paralelepípedos", detalhou a Polícia Federal.

Os responsáveis pela extração poderão responder pelos crimes previstos no art. 55, da Lei nº 9.605/98, combinado com o art. 2º, da Lei nº 8.176/91, na forma do art. 70 do Código Penal Brasileiro.

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