Maternidade em Alagoas fica mais tardia e supera média nacional; entenda

Publicado em 14/05/2026, às 15h12
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TNH1 com Assessoria

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O perfil da maternidade mudou em Alagoas. A faixa etária média aumentou e ficou acima da média nacional, nos últimos 10 anos - entre 2015 e 2025. Os dados são do TabWin (tabulador de dados do Ministério da Saúde), levantados e monitorados mensalmente pela Secretaria de Estado da Primeira Infância (Secria).

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No estado, esse número chegou a 27 anos, um ano a mais que no Brasil, que é de 26, de acordo com informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgadas pelo projeto Brasil em Mapas.  

Para a secretária de Estado da Primeira Infância, Caroline Leite, o aumento da idade média das mulheres ao terem o primeiro filho também revela um movimento de planejamento e amadurecimento. De acordo com a secretária, isso significa que mais mulheres estão conseguindo concluir etapas importantes da vida antes da maternidade, como os estudos e a inserção no mercado de trabalho.

“O fato de Alagoas já estar acima da média nacional mostra que estamos avançando na construção de políticas que impactam diretamente os projetos de vida das meninas e mulheres alagoanas”, acrescentou.

Caroline afirmou ainda que os números demonstram uma transformação social que passa diretamente pelo acesso à informação, educação e fortalecimento das políticas públicas.

Índice de gravidez na adolescência cai quase 48%

Alagoas registrou uma redução de 47,8% nos índices de gravidez na adolescência entre 2015 e 2025, com base em dados do TabWin. O levantamento mostra que a proporção de gestantes adolescentes caiu de 26,3% em 2015 para 15,2% em 2025, consolidando uma tendência de queda no estado ao longo da última década.

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