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Pesquisa: para o brasileiro, perder o celular é pior do que perder a carteira

Publicado em 04/08/2021, às 09h45
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Exame

Se antes da pandemia os consumidores já valorizavam as marcas que ofereciam diversas formas de interação, com o isolamento social o que era uma escolha se tornou questão de sobrevivência. É o que mostra a pesquisa “Experiência Brasileira Com Serviços Financeiros”, da Fiserv, sobre os principais meios de pagamento dos brasileiros em meio à covid-19.

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De acordo com o levantamento da empresa, considerada líder global em tecnologia financeira e de pagamentos, o Pix, apesar de recente, só perde para os cartões de crédito e débito. Enquanto isso, o uso de dinheiro em espécie caiu bastante devido ao risco de contágio.

“No Brasil, muitas pessoas que nunca tinham usado o pagamento eletrônico, por exemplo, acabaram utilizando para receber o auxílio emergencial. A pandemia impulsionou, inclusive, o comércio online. Quem tinha receio de comprar virtualmente aderiu à modalidade por não ter outra opção”, destaca Rogério Signorini, diretor de produtos e-commerce para a Fiserv América Latina (confira acima a entrevista completa).

Na visão do executivo, é bastante provável que as pessoas sigam comprando online, mesmo quando tudo voltar ao normal. “Talvez o consumo não seja tão acentuado como hoje, com diferença significativa entre o online e presencial, mas a tendência é o comércio online continuar a crescer em ritmo acelerado”.

Experiência digital

A pesquisa mostra ainda que, para os brasileiros, perder o celular é pior que do perder a carteira; um sinal claro da quantidade de dados e ferramentas importantes armazenadas no smartphone.

“O celular tem papel fundamental neste cenário de digitalização. Para o futuro, também podemos esperar biometria, reconhecimento facial, entre outras novidades até mesmo para pagamentos cotidianos em lojas, restaurantes e outros estabelecimentos”, afirma Signorini.

E diante das experiências oferecidas por empresas nativas digitais como Amazon, Uber e Airbnb, as expectativas em relação aos bancos também têm aumentado. Prova disso é o fato de 70% dos entrevistados terem afirmado que mudariam de instituição bancária se não pudessem contar com uma boa interação via celular ou computador.

Carat: uma nova plataforma

De olho em toda essa evolução, a Fiserv acaba de lançar no Brasil uma solução para apoiar os comerciantes a entregar uma melhor experiência aos seus clientes considerando, principalmente, a maneira como eles têm interagido no momento da compra.

A solução Carat integra meios de pagamento de última geração (incluindo o Pix e as principais carteiras digitais brasileiras) e permite que o varejista administre as vendas realizadas tanto nas maquininhas como no e-commerce, além de integrar diversas formas de check out, soluções de multiadquirência, prevenção a fraudes, análise de dados e gestão financeira, facilitando a compra, o pedido e o pagamento, seja no meio digital, seja no ponto de venda.

O Brasil será o segundo país a testar a novidade depois dos Estados Unidos, onde Carat é usada por companhias como Microsoft e American Airlines Arena. “Estamos trazendo o que as empresas mais modernas aplicam e entregando um diamante para apoiar o desenvolvimento do varejo nacional”, diz Edson Nassar, head da Fiserv no Brasil.

Com a nova solução, a empresa espera entregar mais conversão aos varejistas e uma experiência sem fronteira entre os mundos físico e digital aos consumidores. “Carat é a melhor experiência de compras, alta conversão de vendas e pagamentos com segurança”, comenta Signorini. “Como líder do mercado, nosso compromisso é continuar sempre inovando para potencializar a experiência do cliente”.

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