Pesquisa registra a força eleitoral de Bolsonaro

Publicado em 21/01/2026, às 17h00

Flávio Gomes de Barros

Informação do poftal "O Antagonista":

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“Apesar de estar preso e inelegível até 2030, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda teria 43,4% das intenções de voto, caso ‘as eleições presidenciais fossem acontecer neste domingo’ e ‘os candidatos fossem os mesmos de 2022’.

A repetição hipotética da última eleição foi testada na pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 21.

No levantamento, Lula aparece com 46,4% dos votos, seguido por Bolsonaro, com 43,4%; Ciro Gomes (PSDB), 3,2%; Simone Tebet (MDB), 2,3%; e ‘outro candidato’, 1,8%.

Brancos e nulos somam 2,2%, e indecisos, 0,6%.

Embora Bolsonaro tenha mais de 40% das intenções de voto, a diferença entre ele e Lula vem aumentando nos últimos meses.

Em dezembro, o petista tinha 46,7%, e o ex-presidente, 44%.

Em novembro, Lula aparecia com 45,7%, enquanto Bolsonaro tinha 44,8%.

No período de um ano, a maior diferença entre eles foi registrada em outubro. Naquele mês, Lula tinha 48,8% das intenções de voto. Bolsonaro, 41,3%.

Bolsonaro (PL) ainda é o nome com maior rejeição: 50%.

Lula vem logo atrás, com 49,7%.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 47,9% de rejeição.

O levantamento indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) diminuiu em quase oito pontos percentuais a diferença que tinha para o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno.

Segundo a pesquisa, o petista tem 49,2% das intenções de voto, contra 44,9% do filho de Jair Bolsonaro, constituindo uma diferença de 4,3 pontos percentuais.

Brancos, nulos e indecisos são 5,9%.

Em dezembro, Lula tinha 53%, e Flávio, 41%. Na época, a diferença entre eles em um cenário de segundo turno era de 12 pontos percentuais.

Brancos, nulos e indecisos eram 6%.

O instituto também testou um cenário de segundo turno entre Lula e Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A diferença entre eles permaneceu estável na passagem de dezembro para janeiro.

O petista tem 49,1% das intenções de voto, ante 45,4% do governador de São Paulo.

Para a pesquisa, a AtlasIntel ouviu 5.418 respondentes, por recrutamento digital aleatório, entre 15 e 20 de janeiro.

A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos.”

 

 

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