Polaroid Swing: app de fotos animadas chega ao Brasil

Publicado em 19/12/2016, às 22h26

Redação

No último final de semana, o aplicativo de fotos animadas Polaroid Swing chegou ao Brasil, mas apenas para dispositivos iOS. O software permite criar miniclipe de um segundo para compartilhar nas redes sociais.

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Concorrente de apps como Motion Stills do Google, Boomerang do Instagram, e Live Photos da Apple, o Polaroid Swing foi criado graças a uma parceria entre a famosa empresa de câmeras instantâneas e uma startup comandada pelo cofundador do Twitter, Biz Stone.

O laboratório de pesquisa e desenvolvimento da empresa em São Francisco é composto por uma equipe de engenheiros e especialistas em computação visual da Apple. O fotógrafo Cole Rise, que criou os primeiros filtros e logotipo do Instagram, é o diretor de criação. Ele promoveu uma comunidade de artistas que reinventou o novo recurso da Polaroid durante um período de testes beta altamente secretos.

As fotos em movimento da Polaroid podem ser compartilhadas na plataforma Polaroid Swing e em outras redes sociais, como Instagram, Facebook e Twitter. O Polaroid Swing está disponível gratuitamente na App Store da Apple, e em breve haverá uma versão para Android.

O aplicativo estreou nos Estados Unidos em julho deste ano e, mesmo só tendo chegado ao Brasil agora, nosso país já é o segundo maior mercado do Polaroid Swing. “O Brasil já é nosso segundo maior mercado antes de lançarmos a versão em português brasileiro do aplicativo. Isto mostra o enorme potencial do Polaroid Swing para se tornar a principal ferramenta móvel de fotos no Brasil. Sabemos que nossos usuários brasileiros esperaram pacientemente por uma versão local do aplicativo”, afirma o cofundador da Swing, Frederick Blackford, por meio de um comunicado à imprensa.

Como funciona?

No Polaroid Swing, a imagem é composta de 60 quadros, permitindo uma animação superfluída. A sensação é que todas as "fotos" tiradas com o Swing parecem sempre nítidas, claras e com senso de profundidade (dá até para tirar uma "selfie 3D" girando o celular ao redor da cabeça).

Um dos pontos mais interessantes é que o clipe não é reproduzido linearmente, mas conforme o usuário passa o dedo na tela, ou melhor, inclina o celular ou o dispositivo. Assim dá para ver a imagem indo e voltando. E o sistema é tão engenhoso que a mecânica também funciona na web.

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