Polícia localiza mulher que estava desaparecida e suspeito morre em confronto

Publicado em 24/09/2019, às 18h05
Arquivo Pessoal -

Redação TNH1

Uma pessoa morreu, no fim da tarde desta terça-feira, 24, durante confronto com policiais da Divisão Especial de Investigação e Captura (Deic), Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da 2ª Secão, que faziam buscas ao possível cativeiro da funcionária de uma companhia elétrica, Adriana Rogério da Rocha, de 44 anos, que estava desaparecida desde a última segunda-feira, 23.

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Inicialmente, a polícia divulgou dois mortos, mas a informação foi corrigida numa coletiva de imprensa um dia depois do resgate. Ela foi encontrada em uma região na cidade de Pilar. As buscas movimentaram a cidade, que faz parte da região metropolitana de Maceió, e divulgaram nas redes sociais.

Horas antes, a polícia havia capturado um dos suspeitos provavelmente que teria passado informações sobre os demais integrantes do grupo. O homem seria Wallison dos Santos Porfirio (foto abaixo), nome divulgado pela família após o registro de uma compra efetuada no cartão de crédito de Adriana.

Na ocasião, a filha contou que recebeu no celular a confirmação da compra, em uma máquina de cartão cadastrada com nome de Wallison dos Santos Porfirio. O valor da compra foi de R$ 3 mil. Foram feitas outras tentativas de compras na mesma máquina, mas que foram bloqueadas pela operadora do cartão.

O TNH1 tentou contato com o delegado Thiago Prado, responsável pelas investigações, mas as ligações não foram atendidas.

A Deic, que investiga o caso, contou com apoio de equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da 2ª Seção.

O caso

Adriana Rogério da Rocha havia saído de casa para trabalhar no carro da família, um Hyundai modelo HB20, de cor branca e placas QLB-8998. Ela estava vestida com uma blusa xadrez de cor vermelha e um calça branca.

O marido de Adriana e os dois filhos estiveram nesta manhã à sede da Deic. O delegado colheu o depoimento de familiares e deu início às investigações. Questionado sobre o suposto uso do cartão de crédito da vítima, ele disse que não poderia confirmar ainda.

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