Polícia prende suspeitos de vender combustível clandestino em Marechal Deodoro; litro da gasolina irregular custava R$ 3,75

Publicado em 08/01/2026, às 14h21
Armazenamento irregular e combustível clandestino foram flagrados e apreendidos pela Polícia Civil de Alagoas - Reprodução / PC-AL

Ascom PC-AL

Ler resumo da notícia

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deflagrou, nesta quarta-feira (07), uma operação para combater o comércio ilegal de combustíveis no município de Marechal Deodoro, na região Metropolitana de Maceió. A comercialização clandestina de combustíveis, bem como o transporte e armazenamento irregular de produtos perigosos, sem a devida autorização legal, foram flagrados em um imóvel que vendia cerca de 600 litros de combustível por dia a um valor médio de R$ 3,75.

LEIA TAMBÉM

A ação foi coordenada pelos delegados João Marcello Almeida e Pedro Henrique Alves junto à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), através da Seção de Combate a Roubo de Cargas, coordenou a ação.

Equipes flagraram comércio clandestino de combustíveis em imóvel no bairro Taperaguá (Foto: Ascom PCAL)

 

As diligências tiveram início após denúncias anônimas que apontavam a venda ilegal de combustíveis em um imóvel localizado no bairro Taperaguá. No local, as equipes da Polícia Civil constataram a prática criminosa em flagrante.

Durante a operação, dois homens, de 22 e 23 anos, foram detidos. No imóvel, foram apreendidos aproximadamente 400 litros de substância semelhante à gasolina e cerca de 20 litros de óleo diesel, armazenados de forma precária, além de um reboque carregado com diversos galões de combustível.

As investigações preliminares apontaram ainda que o local comercializava cerca de 600 litros de combustível por dia, com a gasolina sendo vendida ao valor aproximado de R$ 3,75 o litro.


Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à sede da DRACCO, em Maceió, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. O procedimento investigativo seguirá sob responsabilidade da unidade especializada, que dará continuidade às apurações para identificar a origem dos combustíveis e a possível participação de outros envolvidos na rede de comercialização irregular.

“O armazenamento e a comercialização clandestina de combustíveis, além de configurarem crimes contra a ordem econômica e o meio ambiente, representam um grande risco à segurança pública. Atuamos de forma rápida e eficiente para conter a atividade e responsabilizar os envolvidos”, disse o delegado João Marcello.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

PF apreende R$ 500 mil com médico suspeito de corrupção e lavagem de dinheiro em Maceió Preso por matar mulher em bosque de Arapiraca já foi condenado por estupro e roubo Morte na Serraria: grupo suspeito fez chamada de vídeo e pode ter matado jovem no lugar do irmão Alagoas recupera 2,4 mil aparelhos furtados em um ano: saiba como resgatar o seu