Preso acusado de atirar contra militares após assalto a sítio em Taquarana

Publicado em 17/09/2019, às 12h09
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Policiais civis prenderam na manhã desta terça-feira (17), o ex-detento Daivde Pereira da Silva, de 23 anos, em cumprimento a mandado de prisão expedido pela Justiça de Taquarana.

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Daivde foi preso no bairro do Tabuleiro do Martins, em Maceió. Ele é acusado de participação em um roubo ocorrido em junho deste ano, em Taquarana. Na ocasião, o suspeito e seu pai Genilson Vieira da Silva, com o uso de arma de fogo, invadiram o Sítio Gado Bravo, renderam as vítimas e roubaram diversos pertences.

Quando se preparava para escapar, o grupo se deparou com policiais militares. Houve troca de tiros e a viatura da PM foi atingida. Um dos proprietários do sítio foi atingido por um disparo de arma de fogo e socorrido em seguida. Os suspeitos, na ocasião, conseguiram fugir.

Além desse crime, Daivde Pereira foi condenado por dois outros roubos, praticados em julho de 2014 e julho de 2016.

Daivde foi encaminhado para a sede da Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic), onde foi realizado o procedimento legal e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional onde ficará à disposição da Justiça.

Já Genilson Vieira, uma semana após o roubo em Taquarana, foi detido, porém, como não estava mais em situação de flagrante, foi ouvido e liberado.

Durante o interrogatório, ele confessou ter participado do assalto e afirmou que mais dois indivíduos conhecidos como Fábio e Júlio, também participaram do crime. A Polícia Civil está apurando a veracidade dessas informações.

Genilson Vieira tem uma extensa ficha criminal, respondendo pelos crimes de roubo a um estabelecimento comercial praticado em 12 de abril de 2006; tentativa de roubo praticada em 23 de agosto de 2006; roubo em Colônia Leopoldina, fato ocorrido no ano de 2009; ameaça praticada em 12 de março 2009; organização criminosa, fato ocorrido em 21 de setembro de 2009; lesão corporal praticada em 8 de agosto de 2011; dano praticado em 21 de outubro de 2012; crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido; roubo qualificado; corrupção ativa; receptação e associação criminosa, ocorrido no ano de 2008, quando foi preso pela Polícia Federal.

Agora com a expedição do mandado de prisão, Genilson está na condição de foragido.

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