Preso por matar mulher em bosque de Arapiraca já foi condenado por estupro e roubo

Publicado em 09/01/2026, às 17h12
- Foto: Divulgação/PC-AL

Redação

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O homem de 37 anos, preso por matar Cícera Laura da Silva no Bosque das Arapiracas, no Agreste de Alagoas, já foi condenado por estupro de vulnerável, furto e roubo. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Alagoas nesta sexta-feira (9). 

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De acordo com a polícia, o homem passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida. Além das condenações, a Justiça havia expedido um mandado de prisão contra ele, mas esse processo tramita sob sigilo.

Segundo as investigações, o assassino confesso de Cícera é natural do município de Marau, na região Norte do Rio Grande do Sul, e residia em Arapiraca.

A polícia informou que ele foi reconhecido por imagens de câmeras de segurança e capturado no local onde trabalhava, em uma serralheria no bairro Alto do Cruzeiro, também em Arapiraca. Os policiais também se dirigiram até a casa dele, onde foram apreendidas as vestimentas utilizadas no momento do homicídio.

O CASO

Cícera Laura da Silva, de 47 anos, era natural de Coité do Nóia e desapareceu na manhã do último domingo, 4. Ela saiu de casa para caminhar por volta das 04h30 da manhã e foi abordada pelo criminoso cerca de 30 minutos depois, já com o dia claro, nos arredores do Bosque das Arapiracas. Essa foi a última vez que a mulher foi vista com vida.

A família de Cícera se mobilizou por buscas nas redes sociais e, na tarde dessa terça-feira, 6, o corpo dela foi encontrado por militares do Corpo de Bombeiros em uma área de mata, no bosque. Tanto a Polícia Militar quanto o Corpo de Bombeiros confirmaram que o corpo não apresentava as vestes inferiores.

O suspeito de praticar o crime foi preso na manhã dessa quarta-feira, 7, e confessou o crime.  O delegado foi questionado se trata-se de um maníaco.

"É um caso a ser estudado, porque por enquanto só apareceram duas pessoas (com queixas por importunação), possa ser que apareçam mais pessoas. Essa questão da reincidência pode ser trabalhada pela perícia, pela psicologia forense, para chegar a esse termo de maníaco. Mas, por ora, a gente não poderia considerá-lo como".

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