Professora é proibida de dar aulas após fazer sexo com aluno em banheiro de avião

Publicado em 28/07/2017, às 09h51

Redação

Eleanor Wilson, de 28 anos, foi demitida da escola onda dava aula e banida da profissão após fazer sexo com um aluno no banheiro de um avião. Essa teria sido a primeira vez que ela e o garoto, cujo nome não foi revelado, se relacionaram. Foi em 2015, quando voltavam de uma viagem escolar feita para Genebra, na Suíça. O caso só veio à tona depois que Eleanor foi chantageada por outro aluno, que ameaçou contar tudo o que sabia se ela não fosse pra cama com ele.

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Eleanor flertou com o adolescente durante o voo de Genebra, onde visitaram o famoso acelerador de partículas, para South Gloucestershire, Reino Unido. Os dois acabaram sozinhos no banheiro. De acordo com as alegações feitas no tribunal, eles se beijaram e fizeram sexo sem preservativo.

Antes de levá-lo ao banheiro, Eleanor bebeu cinco mini garrafinhas de vinho. Também permitiu que o aluno menor bebesse.

A professora negou, claro, todas as acusações. Disse apenas ter "abraçado" o estudante durante a ocasião. Confirmou ter bebido, mas não no voo. "Foram apenas algumas bebidas com alguns estudantes maiores de 18 em bar na Suíça", disse.

Os rumores sobre o caso acabaram chegando nos corredores da escola. Mesmo assim, após a viagem, os encontros continuaram. Trocaram mensagens pelo celular e se encontravam às escondidas. Durante essas saídas, também bebiam.

Ao ser interrogada pelo diretor, ela negou qualquer tipo comportamento impróprio. Dois meses depois, um outro estudante resolveu chantageá-la. Ele enviou e-mails prometendo revelar detalhes do relacionamento que ela mantinha, caso não fizesse sexo com ele também.

Os e-mails caíram nas mãos da direção da escola e foi parar na polícia. Embora não tenha sido processada por nenhuma das partes, Eleanor acabou demitida.

O caso foi apenas encaminhado para o NCTL (National College for Teaching & Leadership), o órgão responsável pelos professores do país. Ela foi convocada para comparecer perante o painel de conduta profissional no início de julho.

Voltou a negar que tivesse beijado ou feito sexo com o adolescente, e afirmou que simplesmente o "abraçava ocasionalmente". Admitiu que os dois conversaram por mensagens no celular, mas negou ter dado bebida alcoólica ao menor.

Após uma audiência de dois dias, o júri constatou que os encontros íntimos continuaram após a excursão escolar e decidiu condená-la por conduta profissional inaceitável. Eleanor está proibida de voltar a exercer a profissão.

O irmão dela a defendeu. "Um aluno pode facilmente dizer uma mentira para acabar com a carreira profissional dela. É uma verdadeira vergonha, eles precisam de professores bons como ela, ela era a professora mais inteligente da escola", disse Jethro Wilson.

Mesmo negando, a carreira como professora pode ter mesmo ido à lama. Após o afastamento, o nome de Eleanor foi parar nos principais jornal europeus.

O burburinho foi tanto que até uma pessoa que não tem nada a ver com a história pagou o pato. Por ter o mesmo nome que a professora, uma mulher, virou alvo de mensagens horríveis.

A confusão rolou porque, coincidentemente, o nome dela também é Eleanor Wilson. Mas essa tem 24 anos e não é professora. "Tive que desativar meu Facebook depois de pedidos de amizade", conta. Ela escreveu: "Para os estranhos que me enviaram pedidos e mensagens horríveis: eu NÃO SOU a professora que transou com o aluninho!"

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