Professores e pessoas entre 55 a 59 anos devem ser vacinados com a Influenza

Publicado em 18/05/2020, às 18h55
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Redação

Pessoas entre 55 a 59 anos e professores de escolas públicas e privadas são os grupos contemplados na última etapa da Campanha de Vacinação contra a Influenza. Iniciada nesta segunda-feira (18), a ação preventiva tem como meta imunizar 90% do grupo prioritário até o dia 5 de junho, protegendo contra a H1N1, H3N2 e Influenza B.

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Para se vacinar, é necessário comparecer aos postos de vacinação espalhados pelos 102 municípios do Estado, portando o cartão de vacinação. No caso dos professores, é recomendado levar o contracheque ou a carteira profissional de trabalho, que comprove o exercício da profissão.

Mas as pessoas que integram os grupos prioritários da primeira e segunda fases da Campanha de Vacinação contra a Influenza ainda podem se imunizar. Para isso, é preciso ir ao posto de saúde mais próximo do local onde reside, comprovar que faz parte do público-alvo e apresentar a caderneta de vacinação.

A primeira fase da Campanha de Vacinação contra a Influenza, que ocorreu de 23 de março a 15 de abril, teve como público-alvo os idosos com 60 anos ou mais e os trabalhadores da saúde. Na segunda fase, que ocorreu entre 16 de abri e 8 de maio, foram contemplados os povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos.

Também integraram a segunda fase, os trabalhadores portuários, membros das forças de segurança e salvamento, pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. A primeira etapa da terceira fase, teve como público-alvo as crianças de seis meses a menores de seis anos, as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto) e as pessoas com deficiência.

“Apesar de não prevenir contra o novo coronavírus, que ainda não tem vacina, se imunizar contra a influenza protege contra três tipos de gripes, que além de ocasionarem hospitalização, podem provocar a morte. Além disso, quem se vacina contra a influenza, caso venha a adoecer de uma síndrome gripal, terá o diagnóstico médico facilitado ao receber assistência médica”, salientou a enfermeira do PNI em Alagoas, Emilly Francine Silva.

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