Flávio Gomes de Barros
Ronaldo Caiado, governador de Goiás, formalizou sua filiação ao PSD num ato em que posou ao lado dos também governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.
LEIA TAMBÉM
Com isso, partido liderado naionalmente por Gilberto Kassab já reúne três pré-candidatos à Presidência da República, todos governadores de centro ou centro-direita:
"Dentro do meu antigo partido (União Brasil), tinha ampla maioria. Mas na federação com o PP, ficou impossível acreditar que poderia acontecer. Pelo menos tenho certeza que o PSD vai lançar candidato a presidente. Tenho condição de disputar. Na federação, não querem nem candidato", diz Caiado.
O governador goiano explica que o candidato do PSD à Presidência deve ser escolhido até 4 de abril, prazo da desincompatibilização, e que um conselho de notáveis formado por Gilberto Kassab, Jorge Bornhausen, Heráclito Forte, Andrea Matarazzo e Afif Domingos vai definir qual dos três governadores encabeçará a chapa.
O objetivo é atrair o eleitorado que não quer a reeleição de Lula (PT) nem votar em Flávio Bolsonaro (PL).
E como fica a situação em Alagoas com a confirmação dessa nova alternativa para a Presidência da República?
Aqui no Estado o PDS tem como presidente o deputado federal Luciano Amaral, que adquiriu o mandato em 2022 sob os auspícios do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Victor, que é filiado ao MDB.
Assim como avalizou filiação de Luciano Amaral ao PSD, no ano passado, a decisão do partido em relação à candidatura a presidente da Repúbica passa, naturalmente, por Marcelo Victor.
LEIA MAIS
O que resta do bolsonarismo em Alagoas Renan Calheiros busca seu protagonismo Toffoli deu um presente a Moraes e ganhou outro da PGR O caminho sem volta de JHC