Rebaixado e protestos da torcida: como chega o adversário do CSA na Copa do Brasil

Publicado em 23/02/2026, às 10h56
- Reprodução/Sportynet

Pedro Acioli*

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O CSA teve que virar a chave após a eliminação do Campeonato Alagoano e já foca em outra competição nesta semana. O Azulão volta a campo nesta terça-feira (24) para encarar o Joinville-SC, pela segunda fase da Copa do Brasil.

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O adversário do time marujo vive uma situação delicada e foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Catarinense, em meio a protesto dos torcedores. 

A queda no estadual aconteceu no ano em que o JEC celebra o cinquentenário. O rebaixamento foi confirmado depois da vitória do Marcílio Dias por 1 a 0 sobre o Figueirense, nesse final de semana, pela 4ª rodada do quadrangular do rebaixamento.

Em 10 partidas, o Joinville acumulou oito derrotas, um empate e uma vitória. A única vítima do JEC foi o Carlos Renaux. O resultado de 3 a 0, inclusive, encerrou um jejum de mais de 100 dias sem vitórias, desde o dia 2 de novembro de 2025.

Protesto da torcida

Além dos problemas em campo, a pressão externa também marca a temporada do Joinville. Logo na primeira partida do quadrangular do rebaixamento, torcedores arremessaram sinalizadores e rojões no gramado durante a partida contra o Marcílio Dias. O adversário derrotou o JEC por 4 a 2. 

O Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina determinou multa de R$ 20 mil e punição de três jogos com portões fechados, válidos somente para competições estaduais. Também houve recurso da Procuradoria contra a decisão, pedindo a ampliação da sanção para seis jogos sem torcida e o aumento da multa para R$ 40 mil.

CSA terá desfalques

A delegação azulina embarcou para Santa Catarina na manhã desse domingo (22) com desfalques importantes. Logo após a queda para o rival CRB na semifinal do Alagoano, o técnico Itamar Schülle já havia adiantado os problemas do elenco, em meio a um pedido por reforços.

Estão fora da partida decisiva os meias Ronaldo Mendes e Matheus Melo, além do atacante Matheus Souza.

"Tem que juntar um grupo para viajar. Nós estamos esperando o médico para conversar e ver quantos jogadores vamos reunir para viagem. A resposta está aí. A gente precisa de reforços, porque vai ajudar os atletas e terem a tranquilidade de um jogo ao outro, a respirar ou até melhorar uma lesão. Mas isso é conversado internamente. Quem é soberana é a diretoria", afirmou o técnico em coletiva.

*Estagiário sob supervisão

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