Recesso do STF joga cassação de Cunha para o ano que vem

Publicado em 21/12/2015, às 07h56

Redação

Ao iniciar o período de recesso, o STF (Supremo Tribunal Federal) — a mais alta Corte do País — deixa diversas questões pendentes para serem definidas apenas no mês de fevereiro, quando o órgão retoma as atividades. Com a paralisação, foi adiado o andamento de processos da Lava Jato e a análise do pedido de afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

LEIA TAMBÉM

A cassação de Cunha foi solicitada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) no último dia 16. No pedido, o procurador-geral Rodrigo Janot enumera 11 fatos para comprovar que Cunha usa o cargo “para interesse próprio e fins ilícitos”.

Como a solicitação foi encaminhada há apenas três dias antes das paralisações do Supremo, o STF informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não haveria tempo para analisar o pedido. Caso a pedido seja acatado pela Corte em fevereiro, a decisão de cassar o mandato de Cunha e, consequentemente, retirá-lo da presidência da Câmara deve ser tomada em votação em Plenário, já que Cunha é o presidente da Casa.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Câmara aprova regime de urgência para projeto que cria o “imposto do congestionamento” Após denúncia de Rui Palmeira, Câmara de Maceió determina recadastramento de servidores Brasil repete sua segunda pior nota da série histórica em índice global de percepção da corrupção Entidades pedem veto de Lula ao PL dos supersalários na Câmara e no Senado