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O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA) atualizou, nesta semana, o relatório de balneabilidade com amostras coletadas entre a segunda-feira, 17, e a terça, 18, nas praias e lagunas do estado.
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Em Maceió, 12 dos 20 trechos analisados estão impróprios para banhistas. As partes liberadas aparecem entre as praias da Sereia e de Ipioca, no litoral norte, e trechos de Jacarecica, Cruz das Almas, Ponta Verde (ao lado do Marco dos Corais sentido Pajuçara), e no Pontal.
No Litoral Norte, seis de 11 áreas diferentes em Maragogi estão impróprias, segundo o relatório.
Já no Litoral Sul, que tem locais paradisíacos como a praia do Francês, Barra de São Miguel, Gunga, Miaí, Pontal do Coruripe, entre outras, praticamente todas as praias estão em excelentes condições para banho.
Há somente restrição em uma parte na foz do rio Niquim, na Barra de São Miguel.
Lagunas
Dois trechos da laguna Mundaú e um da Manguaba tiveram amostra negativa para banhistas. Veja abaixo:
CRITÉRIOS DE BALNEABILIDADE
A Resolução CONAMA Nº 274/2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabelece os seguintes Critérios de Balneabilidade:
» As praias são consideradas PRÓPRIAS, quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, não exceder um limite de 800 NMP (Número Mais Provável) de Escherichia coli por 100 mL da amostra de água. As praias são consideradas IMPRÓPRIAS, quando não obedecer ao critério anterior ou quando venha apresentar na última semana um valor superior a 2.000 Escherichia coli por 100 mL.
FATOS CONSIDERADOS
Considerando que a saúde e o bem-estar humano podem ser afetados pelas condições de balneabilidade. Considerando que diversas variáveis intervenientes na balneabilidade das praias, principalmente as fortes chuvas e sua relação com a possibilidade de riscos à saúde dos frequentadores, recomendam-se:
I. Que seja evitada, no caso de praias influenciadas pela presença de cursos d’água supostamente contaminados por efluentes, sua utilização nas 24 horas subsequentes à
ocorrência de chuvas, visto que, durante este período é maior a probabilidade de contaminação por matéria de origem fecal e, consequentemente, o risco de se contrair
doenças infecciosas;
II. Que seja evitada, em qualquer época, a utilização de áreas que estejam diretamente sob influência de rios, canais e córregos;
III. Que seja evitada a ingestão de água do mar, com redobrada atenção para com as crianças, que são mais sensíveis e menos imune do que os adultos;
IV. Que seja evitada, em qualquer época, a utilização de áreas que estejam diretamente sob influência de floração de algas [...], principalmente no trechos das praias da Avenida ao Sobral, conforme Art. 1º, Alinea “g”, CONAMA “in situ”.
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