Conheça os lugares favoritos de Cicinha, da Tapioca Nosso Xodó

Publicado em 05/01/2026, às 12h11
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Redação

Quem quiser comer bem em Maceió pode anotar as dicas de Cicinha, da Tapioca Nosso Xodó (@tapiocanossoxodo) : Bar do Cação (@bardocacao), Borogodó (@borogodomcz) e A Carroça (@acarrocaregional). Três endereços que representam a cozinha nordestina com identidade, afeto e muita sustança — do mar ao sertão. Cicinha é pernambucana e escolheu Maceió para viver e empreender. Seu primeiro emprego foi no Mercado da Produção, como vendedora de sabão e margarina. Aos 14 anos, ao lado da mãe, comprou uma banca para vender coco e goma de tapioca. Mas, com o tino empreendedor que sempre lhe foi nato, percebeu algo essencial: comerciantes e frequentadores gostavam de tomar o café da manhã ali mesmo, no mercado.

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Foi assim que começou a oferecer café com leite, pão com ovo, sanduíches, bolos e, claro, tapioca. Nascia ali a Tapioca Nosso Xodó, onde tudo é feito no capricho. A tapioca reina absoluta nos pedidos e segue um verdadeiro ritual: deita a goma, espalha com a mão formando o círculo, polvilha coco ralado sem pena, acrescenta generosas fatias de queijo coalho, pincela manteiga, “taca” mais um pouquinho de goma e vira na chapa. Pronto. É só se esbaldar nesse pão nordestino sem glúten e, claro, pedir um copo de café com leite para acompanhar. Mas os bolos também têm seus fãs fiéis: milho, macaxeira caramelizada, massapuba e leite. E não para por aí — tem muito sabor do Nordeste para fazer a gente feliz.
📍 Tapioca Nosso Xodó - Portão 14 do Mercado da Produção | Barraca 282


Bar do Cação (@bardocacao)
Referência absoluta da gastronomia alagoana, o Bar do Cação completou 40 anos de história em 2025, mantendo viva a tradição iniciada por José Araújo, no bairro do Farol. Hoje, a casa segue firme e divinamente saborosa na Jatiúca, celebrando uma cozinha que passeia do mar ao sertão — do sururu à carne de sol — sempre acompanhada de cerveja bem gelada e muito afeto à mesa. Herdeiro desse legado, Deimys Estevão, formado em Gastronomia, imprime sua identidade sem romper com as raízes. 📍 Av. Pio XII, 538, Jatiúca (referência: por trás da Felícia)



Borogodó (@borogodomcz)
O Baião do Borogodó é coisa séria. Comida nordestina com sustança, onde o arroz sai de cena e entra o cuscuz. Gostou? Então vem comigo. Na receita vão feijão verde, cuscuz, calabresa, charque, bacon, tomate, cebola, queijo coalho e banana-da-terra. É uma das estrelas do Borogodó, um trailer arretado com outras delícias nordestinas como escondidinho, cuscuz, pão arretado e, claro, a queijadona. 📍 Av. Dom Antônio Brandão, Farol (canteiro central em frente à Otoclinic/Unimed)



A Carroça (@acarrocaregional)
O cuscuz de arroz é uma tradição alagoana espalhada por várias cidades do estado. Em Penedo, tem a receita secular de Pureza, que também ganhou endereço em Maceió, no bairro da Ponta Verde, com o restaurante A Carroça. Por lá, o cuscuz vem escoltado de carne de sol desfiada (das boas), queijo coalho e tapioquinha doce bem molhada. É bom? Não. Se amostra. 📍 Av. José Sampaio Luz, 578, Ponta Verde

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