Santa Casa de Maceió segue como uma das melhores empresas do setor saúde do Brasil

Publicado em 16/10/2020, às 17h23
Reprodução -

IstoÉ Dinheiro

O anuário “As Melhores da Dinheiro 2020”, veiculado no último dia 9 de outubro pela revista IstoÉ Dinheiro e editado pela Editora Três, destacou a Santa Casa de Misericórdia de Maceió entre as melhores do país no ranking do setor saúde. O documento foi elaborado a partir de questionários preenchidos pelas próprias empresas inscritas, em conformidade com as boas práticas de gestão e comunicação.

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Com uma receita líquida de R$ 406,8 milhões em 2019 e variação positiva de 9,8% em relação a 2018, o hospital alagoano registrou a posição 921º, mantendo-se entre as mil empresas do anuário, que inclui corporações de todos os setores da economia brasileira. Ao todo, 4492 empresas foram avaliadas.

Para o provedor da Santa Casa de Maceió, Humberto Gomes de Melo, estar entre os melhores, numa publicação reconhecida e respeitada como a Isto é Dinheiro, é mais um momento de alegria para a instituição. “Ficamos muito honrados por, mais uma vez, ter a Santa Casa de Maceió no ranking da IstoÉ Dinheiro entre as melhores do país no setor saúde. Quem administra um hospital sabe a dificuldade que é manter a qualidade ao longo dos anos. Em uma Santa Casa, os obstáculos são ainda maiores. Nos dedicamos ao atendimento aos pacientes SUS, conveniados e particulares, e trabalhos duramente para que os mais necessitados tenham acesso à serviços de qualidade. Não é uma tarefa fácil diante da situação econômica do Brasil, mas temos uma equipe muito competente que tem trazido bons resultados para a instituição”, disse.

O ano de 2019 foi muito produtivo para a Santa Casa de Maceió, que fechou aquele ano com a recertificação da Acreditação Nacional – ONA e da Acreditação Internacional Canadense – Qmentum, ambas avaliadas pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), uma instituição Acreditadora credenciada e renomada no Brasil. Com 169 anos de fundação, a instituição é vista como exemplo no cenário nacional por seus investimentos na segurança e na excelência da assistência ao paciente.

Publicação destaca hospital em quatro dos cinco quesitos avaliados

Na edição deste ano, a instituição alagoana destacou sua atuação em quatro dos cinco quesitos avaliados para o ranking. Em Governança Coorporativa, sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas, a Santa Casa de Maceió ficou em primeiro lugar, com 61,88 pontos. Na mesma categoria, o Hospital Oswaldo Cruz registrou 55,50 pontos e o Grupo Fleury, 48,75.

A gestão de Inovação e Qualidade, que retrata o processo de institucionalização da qualidade, auditorias externas, área de pesquisa e inovação de produtos e/ou serviços, entre outros itens, deu à Santa Casa de Maceió o segundo lugar com 69 pontos, ficando atrás do Hospital Oswaldo Cruz (1º lugar – 75 pontos) e a frente do Grupo Fleury (3º lugar – 67,5).
No item Sustentabilidade Financeira, que mostra que a empresa sabe utilizar os recursos disponíveis de forma racional, atendendo as necessidades presente, porém seguindo uma lógica de se importar com as necessidades futuras, a Santa Casa de Maceió ficou com a terceira posição (154 pontos), atrás do Grupo Fleury (197 pontos) e do Hospital Nipo Brasileiro (184 pontos).

No quesito Responsabilidade Social e Ambiental, quando há o comprometimento permanente em adotar um comportamento ético a fim de contribuir para o desenvolvimento econômico, qualidade ambiental e de vida da sociedade, o hospital também alcançou a terceira posição com 44,93 pontos; Grupo Fleury (59,48) e Hospital Nipo Brasileiro (46,20) em primeiro e segundo lugar.

Para o ranking As 1000 Maiores da Dinheiro, os dados foram fornecidos pela Economatica e S&P Global Market. Além de Governança Coorporativa, Inovação e Qualidade, Sustentabilidade e Responsabilidade Social e Ambiental, também foram avaliados o setor de Recursos Humanos. Faturamento, Lucro e Patrimônio estavam entre os itens analisados.

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