Seguro de vida para família de agente morto depende de aprovação da PC, diz Sindpol

Publicado em 22/07/2016, às 10h08

Redação

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Josimar Melo, revelou à reportagem do TNH1 que os profissionais da categoria possuem seguro de vida, mas que a família só recebe se a Corregedoria do órgão entender que a morte ocorreu em serviço.

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Ele fez a declaração nesta sexta (22), por conta do assassinato do policial civil José Clerio Vieira, em uma suposta tentativa de assalto, na noite de ontem, em Maceió.

Segundo Josimar Melo, já houve casos de policiais assassinados em Alagoas cujas famílias não receberam indenização.

Um caso emblemático citado por ele foi o do policial José Santos de Oliveira, encontrado em uma mata na cidade de Igaci com o corpo carbonizado e com uma perfuração de espingarda calibre 12 na cabeça, em 2013. De acordo com o sindicalista, a Corregedoria da PC entendeu que ele não foi morto em serviço e o seguro não foi pago à família.

13 anos de corporação

José Clerio tinha 47 anos, 13 deles atuando pela Polícia Civil. O agente trabalhava na Central de Flagrantes do Farol, em Maceió, mas já tinha passado por outras delegacias.

O Sindpol, por meio do presidente, informou ao TNH1 que prestará a assistência necessária à família.

A reportagem ainda não conseguiu confirmar a informação com a Polícia Civil.

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