Seminário traz a Alagoas o presidente da Confederação Nacional da Indústria

Publicado em 20/07/2016, às 17h49

Redação

Sensibilizar as indústrias alagoanas para a adoção de uma política preventiva em Segurança e Saúde no Trabalho, pois, além da questão ética, se trata de um assunto que pode afetar a saúde financeira e a sobrevivência da empresa. Esse é o principal objetivo do 1º Seminário Sesi em Saúde e Segurança no Trabalho, que realizado nests quarta(20) e quinta-feira (21), no auditório do Hotel Jatiúca, em Maceió.

O evento traz ao Estado o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e Gustavo Nicolai, médico do trabalho especialista em desenvolvimento industrial.

Conforme o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea) e diretor regional do Serviço Social da Indústria (Sesi), José Carlos Lyra de Andrade, empresas que não se enquadram nas normas regulamentadoras e possuem elevados índices de acidentes pagam caro.

São custos com absenteísmo, previdência social, processos judiciais, planos de saúde, multas e eventual encerramento das atividades, que podem ser decretados por uma fiscalização dos órgãos competentes.

“Conhecer e aplicar as normas regulamentadoras é essencial. Quem não se enquadra nessa realidade paga muito caro”, reforçou Lyra, ao alertar sobre as consequências da falta de políticas de SST. O presidente da Fiea fará a abertura do Seminário, marcado para as 19 horas desta quarta-feira, 20.

O evento segue na manhã desta quinta-feira, 21, com ginástica laboral, o minicurso “Impacto financeiro dos acidentes do trabalho e afastamentos previdenciários na sua empresa”, além da apresentação do grupo de teatro do Sesi sobre a campanha de saúde e segurança no trabalho.

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