Seplag afirma que paralisação de 24 horas de policiais civis prejudica a população

Publicado em 19/10/2016, às 11h08

Redação

A Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), encaminhou ao TNH1 uma nota onde comenta a paralisação de 24 horas de agentes e escrivães da Polícia Civil, deflagrada na manhã desta quarta-feira (19).

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Na nota, a assessoria elencou avanços conquistados em um ano e dez meses da atual gestão no que diz respeito à valorização dos servidores. Ainda assim, lamentou o posicionamento da categoria por considerar o ato prejudicial à população do Estado.

“A respeito do posicionamento do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Alagoas, o Governo do Estado reitera que considera como muito prejudicial para o povo alagoano a interrupção de um canal de diálogo, estabelecido e mantido aberto desde sempre, mesmo em período de grave crise financeira vivida pelo país”, diz o texto.

Confira a nota na íntegra:

“O Governo de Alagoas tem sido parceiro das forças policiais do Estado, sobretudo no que diz respeito à valorização do servidor. Confira os avanços alcançados em um ano e dez meses de gestão:

- Pagamento das progressões por cotas, tendo sido essas cotas aumentadas gradativamente;

- Concessão de progressão para os inativos;

- Realização de ajustes no Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria;

- IPCA em 2015;

- 51% de incremento no salário de alguns servidores da categoria;

- Possibilidade de convocação da reserva técnica da Polícia Civil;

- Folha de janeiro de 2015 a maio de 2016 da categoria subiu 13,82%.

A respeito do posicionamento do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Alagoas, o Governo do Estado reitera que considera como muito prejudicial para o povo alagoano à interrupção de um canal de diálogo, estabelecido e mantido aberto desde sempre, mesmo em período de grave crise financeira vivida pelo país”.

A paralisação de 24 horas é uma advertência após a realização de duas últimas reuniões de negociações, com o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Christian Teixeira, que a categoria alega não ter apresentado nenhuma proposta concreta. A categoria quer o reajuste salarial para que o piso da categoria fique estabelecido em R$ 5.500,00.

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