Sheila revela que nunca duvidou da vitória na Casa do Patrão: "Carreguei meu grupo nas costas"

Publicado em 17/07/2026, às 15h58
- Antonio Chahestian/RECORD

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A baiana Sheila Barbosa, de 52 anos, foi a campeã da Casa do Patrão com 64,79% dos votos do público na noite desta quinta-feira, 16, faturando o prêmio de R$ 1.128.417,68.

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Com uma trajetória marcada por polêmicas, estratégias articuladas e acolhimento, ela se propôs a viver o reality intensamente. Fã declarada desse gênero de programa, entrou no confinamento já sabendo que iria causar. Apesar de não ter vencido nenhuma prova do Patrão, ela se mostrou bem atenta às alianças, fundou o "Sheilonismo" e conquistou amigos importantes que permaneceram com ela até a reta final.

Dona de uma personalidade forte, a vencedora movimentou a casa ao protagonizar tretas diretas com outros competidores, colocou lenha na fogueira, sem deixar de lado momentos de descontração, humor e muito choro ao relembrar sua dura trajetória de vida fora do jogo. 

Em entrevista, a nova milionária se mostrou confiante na vitória. Confira trechos abaixo:

Sheila, você estava esperando virar campeã da Casa do Patrão?

Tinha certeza. Desde que fui chamada, eu sabia que ia vencer. Dizia pra mim: "Preciso vencer, não ia sair de casa para perder". Não só pela necessidade financeira, eu precisava também respirar. Comecei a trabalhar muito cedo. Foi a oportunidade de viver o que não vivi nesse tempo todo. Ao longo dos meus 26 anos assistindo a realities, eu previa que ia ser assim.

Agora milionária, o que você pretende fazer com o dinheiro?

Preciso fazer o dinheiro render. Essa grana é da minha família. Foi isso que eu vim buscar. Tenho uma dívida com a minha família, que me ajudou para que eu conseguisse estudar e trabalhar. Quero ajudar a minha família e investir em algo que possa ajudar a todos. 

Você é psicóloga, professora de matemática e capitã da polícia. Você foi a Sheila de verdade no jogo ou uma personagem?

Eu fui a Sheila lá dentro. Eu sou essa pessoa aqui fora também. Eu penso muito rápido. Tenho esse jeito, mas sou muito séria no meu trabalho, com o que faço, mas levo esse humor também para falar com as pessoas.

Você acha que manipulava o seu grupo? 

No começo, o pessoal não acreditava muito em mim. Quando eu passei a acertar as saídas da Reta, todo mundo passou a confiar. Eu estimulava a criatividade deles para o jogo. Eu percebia neles a dificuldade de entender o jogo. O que me ajudou foi a maturidade e também a experiência em assistir reality. Eu deduzia as coisas que ia acontecer. Eu não falava, ficava na minha mente, senão o papai Boninho podia mudar. Carreguei meu grupo nas costas. 

Quem você acha que poderia ganhar o programa?

Eu achava que o Matheus poderia ganhar, tanto é que eu estava esperando a vitória dele também. Quando percebi que Luiza, Bia e Matheus estavam juntos, não sabia como estava a força das torcidas aqui fora. O voto era pra ficar. Nisso eu tinha dúvida. O que me fazia forte era a minha trajetória. Ontem foi o único dia em que eu acreditei que ia ganhar.

Em que momento, durante o confinamento, você acreditou que poderia ganhar?

Comecei a perceber a partir da terceira semana, quando ganhei aqueles 100 mil reais, aí notei que o público estava gostando do meu jogo.

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