Sírio executa mãe em público por tentar convencê-lo a deixar Estado Islâmico

Publicado em 08/01/2016, às 17h53

Redação

Um militante do Estado Islâmico executou a própria mãe publicamente em Raqqa, reduto dominado pelo grupo extremista na Síria. O motivo da ação foi o fato de a mulher, de 45 anos, ter pedido ao filho que deixasse o grupo jihadista.

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Ativistas do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (Ondus) denunciaram, citando testemunhas oculares, que o homem, identificado como Ali Saqr, de 21 anos, matou a própria mãe, Lena al-Qasem.

Lena teria advertido ao filho que o EI irá ser dizimado pelos Estados Unidos e pedido que os dois fugissem da cidade. Ali teria informado seus superiores, que ordenaram a execução.

Os militantes do EI são conhecidos por seu extremismo. O próprio grupo nasceu após ser expulso do Al Qaeda por ser considerado muito violento.

Eles não toleram dissidentes que, em geral, são executados de forma pública para servir de exemplo aos demais.

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