STJ mantém condenação do ex-BBB Felipe Prior por estupro em SP

Publicado em 23/01/2026, às 17h28
O ex-bbb Felipe Prior - Reprodução / TV Globo

g1

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação por estupro do arquiteto e ex-BBB Felipe Prior de oito anos de prisão em regime semiaberto inicial. O crime ocorreu em agosto de 2014 na cidade de São Paulo.

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A decisão foi proferida pelo ministro Reynaldo Soares da Foncesa no último 19 de dezembro. Como a decisão foi monocrática, ainda cabe recurso. O réu responde ao processo em liberdade.

Procurada pelo g1, a defesa de Prior afirmou que, por enquanto, não irá se manifestar.

Em setembro de 2024, os desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo, ao analisarem recurso da defesa do ex-BBB, decidiram aumentar a pena de seis para oito anos em regime semiaberto.

Ao todo, Prior acumula quatro processos por estupro, dos quais dois já foram absolvidos, um teve condenação confirmada e um aguarda decisão.

Crime de 2014

À época dos fatos, Prior e a vítima residiam na Zona Norte da capital e estudavam no mesmo campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Ele, então, passou a dar caronas a ela e a outra amiga em comum. Segundo a decisão da 1ª Instância:

Relembre outros casos

Processo pendente

Prior ainda aguarda julgamento de um quarto processo, referente a um suposto estupro durante uma festa universitária em Biritiba Mirim, também no interior paulista, em 2018.

Absolvição em 2018

Em maio deste ano, a Justiça absolveu Prior da acusação de estuprar uma mulher durante o InterFAU, evento esportivo que reúne faculdades de Arquitetura de São Paulo, em Itapetininga, em setembro de 2018.

Na denúncia, divulgada pelo g1 na época, a vítima relatou que Prior se aproveitou de sua embriaguez para praticar atos libidinosos e conjunção carnal, com uso de violência física, mesmo diante de seu choro.

Absolvição em 2025

Em dezembro do ano passado, Prior foi absolvido da acusação de estuprar uma mulher em Votuporanga, no interior paulista, em fevereiro de 2015.

O ex-BBB havia sido condenado em primeira instância a seis anos de prisão. No entanto, os desembargadores entenderam que não havia provas suficientes para sustentar a condenação e, por isso, decidiram pela absolvição.

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