Suspeito na morte de taxista iria se mudar após repercussão do crime

Publicado em 25/01/2019, às 12h54
Wanderson e Guilherme foram presos suspeitos de participação no assassinato | TNH1 -

Redação TNH1

Um dos suspeitos de participação na morte do taxista Edísio Correia Santos, de 64 anos, morto após pegar uma corrida no Hospital Geral do Estado, iria se mudar do bairro do Prado, após o crime ganhar repercução na imprensa.

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Wanderson Felipe, 23 anos, foi preso em casa. Ele é o homem com quem a polícia encontrou o aparelho de celular que pertencia ao taxista.

Além dele, os policiais prenderam Guilherme Ferreira Vieira, 18 anos, que estava com o relógio da vítima. Ele foi preso por militares no Conjunto José Tenório, no bairro da Serraria.

Guilherme afirmou à polícia que é ele o homem das imagens que mostram o momento em que o carro de Edísio é abandonado no bairro do Prado.

O crime é considerado esclarecido pelo delegado Rodrigo Sarmento, mas duas pessoas envolvidas ainda são procuradas.

Depoimento de familiares

A polícia espera ouvir, ainda nesta sexta-feira (25), os familiares do taxista Edísio Correia. Eles foram à Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), após prisão dos dois suspeitos.

De acordo com o delegado Eduardo Mero, coordenador da DHPP, os depoimentos serão essenciais para confrontar com os depoimentos dos dois homens, que também serão ouvidos na manhã de hoje.

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