Termina hoje prazo para Dilma se defender de impeachment no Senado

Publicado em 01/06/2016, às 09h22

Redação

A presidente afastada Dilma Rousseff tem até esta quarta-feira (1º) para entregar sua defesa na Comissão Especial de Impeachment do Senado Federal.

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A petista teve 20 dias para apresentar seus argumentos contra as acusações de ter cometido, supostamente, crime de responsabilidade por causa das chamadas “pedaladas fiscais” e por editar decretos de crédito suplementar sem aval do Congresso Nacional.

Esta é a segunda vez que Dilma se defende na Comissão de Impeachment, etapa conhecida como fase de pronúncia — a primeira etapa foi a fase de admissibilidade, que resultou no afastamento da presidente por 180 dias.

Assim como na primeira etapa, o responsável pela defesa será o ex-ministro da Justiça e da AGU (Advocacia-Geral da União) e fiel escudeiro de Dilma, José Eduardo Cardozo.

Conforme o cronograma apresentado pelo relator do caso na comissão, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), a previsão é que no dia 27 de julho ocorra a votação na comissão do parecer, que vai indicar se há comprovação da prática de crime de responsabilidade pela presidente afastada.

O senador propôs que o plenário vote o relatório da pronúncia até 2 de agosto. O prazo, que corresponde à metade do tempo determinado de afastamento, foi considerado muito curto por senadores que apoiam Dilma Rousseff. Diante disso, o cronograma do relator será votado na próxima quinta-feira, 2 de junho.

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