Tradição gaúcha no Antares, vamos?

Publicado em 30/09/2025, às 07h22
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Redação

O prato chega fumegante, carregado de sabor: acém, bacon, linguiça de porco, pimentão, cebola, alho, coentro, colorau, folha de louro, pimenta-do-reino, vinagre e arroz. Um verdadeiro clássico de estrada, herança das comitivas de boiadeiro, que virou paixão no Porteira do Gaúcho (@porteiradogauchocostelariaa). E foi desse xodó que nasceu a versão congelada, pronta para você levar para casa. Afinal, ele é tão gostoso que se come até sozinho. 
 
Arroz carreteiro também para levar para casa
Mas quem conhece a casa sabe: desde 1987, a grande estrela é a costela de três ripas. Preparada apenas com sal e fogo baixo, chega à mesa macia, soltando dos ossinhos, pronta para escoltar polenta, feijão, arroz carreteiro e maionese.
Arroz carreteiro, feijão, polenta, maionese e farofa para acompanhar os churrascos
 
Para transformar tradição em produto, a família do Porteira contou com o apoio do Sebrae/AL. A nutricionista Helena Menezes foi quem cuidou da informação nutricional do arroz carreteiro. “O prato segue a receita original, sem alterações no sabor. Nossa consultoria foi voltada para a rotulagem, garantindo informações conforme a legislação. O resultado é um produto equilibrado nos teores de gordura saturada e sódio, com validade de até 90 dias, preservando sabor, textura e aroma”, explica.
Arroz carreteiro também em casa
 
Além da consultoria técnica, o Sebrae também apoiou no design do rótulo e no posicionamento do produto no mercado. Para Vania Britto, analista do Sebrae, o case da Porteira mostra como tradição e inovação podem andar de mãos dadas. “Oferecer um produto com qualidade e aceitação comprovadas amplia vendas, fideliza clientes e fortalece a marca. A Porteira do Gaúcho soube aproveitar essa oportunidade e, com apoio dos nossos consultores, lançou um produto que tem tudo para ser um sucesso”, afirma.
Costela de 3 ripas
Com 38 anos de história, o restaurante já é um cartão-postal gastronômico de Maceió. Fundado por Vhitnei de Oliveira Cardoso, gaúcho de Torres (RS) que veio para Alagoas nos anos 1970 trabalhar na Salgema, o negócio nasceu da saudade dos sabores de família preparados pela avó, Joseilda Tenório. Em 1987, ele abriu as portas do Porteira do Gaúcho e transformou o restaurante na verdadeira embaixada gaúcha no Nordeste.
 
Vhitnei e o neto, Pedro, parceiros na Porteira do Gaúcho 
Hoje, o legado segue com o neto Pedro, que divide com o avô a rotina entre o salão e o desenvolvimento de novos produtos. “Sempre amei churrasco e comida de chão. Apostar nesse destino foi natural”, conta Vhitnei, que ainda guarda o mesmo brilho no olhar de quem cozinha com paciência e memória afetiva.

 Costela 3 ripas para compartilhar

Aberto todos os dias, das 11h às 16h, o Porteira do Gaúcho segue firme na missão de reunir gerações em torno da boa mesa. Da avó Joseilda ao neto Pedro, uma história que começou no fogo de chão e agora chega ainda mais longe, com o arroz carreteiro embalado e pronto para conquistar novas mesas.
 
Caldinho de feijão, um bom começo
 
Rota: Porteiro do Gaúcho
Preço: R$ 12,00 até R$ 172,00/ Arroz Carreteiro congelado (500gr) - R$44,90
Todos os dias das 11h às 16h
Galeria Aldebaran- R. José Alfredo Marques, 110 - Antares, Maceió
A versão congelada do arroz de carreteiro também é encontrada no Empório La Zuca: R. Dr. Augusto Cardoso, 11 - Loja 01 - Jatiúca
 
Vania Britto, eu e os sócios da Porteira do Gaúcho
 
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