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Três semanas depois: polícia segue em busca dos assassinos do jovem jogador Micael Leandro em AL

Publicado em 22/08/2026, às 07h52
Micael morreu ao ser atingido por tiro no Pontal da Barra - Reprodução/Rede Social

Redação

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A Polícia Civil segue com as buscas pelos envolvidos na morte do adolescente Micael Leandro da Silva, de 15 anos, um jovem jogador de futebol com passagens pelas categorias de base do CSA e do São Paulo. 

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Micael levou um tiro na cabeça após a saída de um torneio no Pontal da Barra, em Maceió, acompanhado de colegas de time, no dia 1º de agosto. Segundo o que foi apurado pela equipe de investigação, ele não era o alvo do atentado e não tinha ligação com a criminalidade.

Um suspeito do homicídio, que é maior de idade, foi identificado como Cauan da Silva Santos, vulgo "Bido". Ele foi filmado por câmeras de segurança ao lado do comparsa, um menor, em uma moto.

Os dois são naturais de Coqueiro Seco, município da região metropolitana da capital, e o paradeiro ainda é desconhecido. 

Quem tiver informações sobre os suspeitos pode entrar em contato com a Polícia Civil, pelo número 181, do Disque-Denúncia. O anonimato é garantido ao denunciante.

"Morto por engano", diz delegada

A delegada Tacyane Ribeiro confirmou, durante operação realizada no último dia 13, que Micael foi morto por engano. Segundo as investigações, o alvo do atentado não estava entre os jovens que tinham acabado de participar do jogo de futebol.

"Micael não era o alvo. Ele foi atingido de forma acidental. Apenas um disparo que infelizmente ceifou a vida desse jovem. O alvo supostamente seria outra pessoa que sequer estava participando dessa partida de futebol", disse a delegada.

Essa operação levou os agentes de segurança às ruas de Coqueiro Seco à procura da dupla, porém ela não foi encontrada.

Protesto de familiares e amigos

Familiares e amigos de Micael saíram às ruas por mais de uma vez para pedir justiça pelo jovem. Com cartazes nas mãos destacando as frases: “Ele só queria jogar bola” e “Justiça por Micael Leandro”, eles chamaram a atenção de quem passava pelo bairro Jacintinho, e transformaram a saudade em cobrança. 

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