Turista denuncia golpes durante visita à Praia do Gunga (AL) e caso repercute na web

Publicado em 05/01/2026, às 18h49
- Reprodução / TikTok e Divulgação / Salinas

TNH1

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A visita do barbeiro Dam Clais à Praia do Gunga, um dos principais cartões-postais de Alagoas, não saiu como o esperado. O turista usou as redes sociais para relatar uma série de golpes que ele e mais quatro pessoas teriam sofrido durante a passagem pelo local.

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A publicação foi feita no TikTok e já acumula mais de 650 mil visualizações. Não há informações se o grupo procurou as autoridades para formalizar a denúncia.

Confira, abaixo, os golpes relatados pelo turista:

Golpe do passeio

Dois casais decidiram fazer um passeio de quadriciclo na região. O problema, segundo o turista, foi que o pagamento, R$ 100 por pessoa, só poderia ser feito em dinheiro.

Segundo ele, uma espécie de agiota estava no local para trocar o PIX dos clientes por dinheiro, mas a operação incluía juros.

"Ele disse: 'você vai me mandar R$ 240 (dos dois ingressos) e eu (devolverei) R$ 200'. Isso aí é uma puta sacanagem. O turista que vai gastar o dinheiro não é trouxa. Infelizmente, a gente quer fazer o passeio, é longe, tem que pagar. Fizemos a troca e acabamos pagando quase R$ 80 a mais do que o valor dos ingressos", relatou Dam Clais.

Golpe da foto

No fim do passeio, o grupo foi abordado por um fotógrafo, que segundo o turista, fazia parte da mesma equipe do quadriciclo. Ele disse que cobraria R$ 20 pelas fotos, podendo receber via PIX.

"Mandei o PIX. O cara tirou duas fotos da gente. Mandei mensagem: 'Cadê a foto'. Ele disse que ia editar", contou o turista.

Golpe da cadeira

Por fim, o último golpe teria acontecido na hora de usar as cadeiras da praia. Segundo o turista, os administradores permitiam sentar sem cobrar nada, bastando pedir uma porção de comida. Mas na hora de ir embora, o grupo descobriu que precisaria comprar uma porção por cadeira.

Ele disse ainda que a porção mais barata custava R$ 110. Para acertar os valores, o grupo precisou pedir outras três tapiocas.

"O golpe foi grande. Eu não recomendo [a Praia do Gunga]. É um lugar legal, se não fosse essa patifaria. Ficamos muito chateados. O turismo precisa ser explorado da maneira correta. Explorem o turismo, não o turista."

 

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