Flávio Gomes de Barros
LEIA TAMBÉM
Quando se deu a tragédia da Braskem, provocando rachaduras e afundamento em cinco bairros de Maceió e afetando milhares de pessoas, o então presidente da República Jair Bolsonaro (PL) esteve na cidade várias vezes e nunca se pronunciou a respeito.
O mesmo acontece agora com o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ontem mais uma vez esteve em Maceió e, a exemplo do antecessor, não se dignou a dar ao menos uma declaração de solidariedade às vítimas do maior desastre ambiental em área urbana do Brasil.
Considerando que a Petrobras é uma empresa pública com considerável participação societária na Braskem, entende-se pela indiferença dos dois governantes que, para eles, os interesses econômicos prevalecem sobre as questões ambientais e, acima de tudo, os prejuízos da população afetada.
Nisso as ideologias aparentemente opostas convergem.
E assim caminha a humanidade...
LEIA MAIS
A opção política do prefeito JHC Um silêncio que soa como confissão de culpa Quem ganha com a visita de Lula a Alagoas Quando a mordaça afeta a liberdade de expressão