Flávio Gomes de Barros
Se teve algo que não teve efeito prático algum junto ao eleitorado foi anúncio de que o vice-governador Ronaldo Lessa (PDT) seria candidato a senador, na eleição deste ano.
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Dois meses já se foram e Lessa não conseguiu passar à opinião pública essa sua pretensão de concorrer ao Senado, tanto que seu nome não consta dentre os mais cotados pré-candidatos, nem nas pesquisas induzidas – quando são apresentados ao eleitor os nomes dos concorrentes.
Ou a divulgação de Ronaldo Lessa como pré-candidato a senador está mal conduzida ou realmente seu nome já não empolga mais.
Aos 77 anos de idade, Lessa passou da fase de fazer aventura, até porque tem uma trajetória vitoriosa na política – foi seguidamente deputado estadual, vereador e prefeito de Maceió, duas vezes governador de Alagoas, deputado federal, vice-prefeito e, agora, é vice-governador.
Um legado considerável de quem é, de certeza, um dos nomes mais respeitáveis da esquerda no Brasil.
Amigos mais próximos, e autênticos, até torcem para que ele mude de ideia.
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